O final do ano é um tempo de confraternização, de perdão e de reflexão. Após o Natal, entramos em uma espécie de hibernação mental. Evidentemente, eu também sigo essa rotina, mas uma coincidência me obriga a incluir outra atividade neste período. Quer saber qual é?
Na noite do dia 31 de dezembro de 1957, meu pai e minha mãe estavam se preparando para ir ao baile de Réveillon. Como meu pai era diretor do clube onde seria a festa, queria chegar mais cedo. Minha mãe estava grávida, mas o bebê deveria nascer somente em uns 10 dias. Não sei se porque na época a previsão da data aproximada dos nascimentos não era tão precisa, ou se o bebe se preocupou com a ida ao baile, mas meu pai teve que levar minha mãe para o hospital e buscar a parteira no baile. Segundo algumas testemunhas, ela já tinha provado da sidra, que era o substituto do champanhe na época. Para encurtar a história, o bebê nasceu mais ou menos 15 minutos do dia primeiro de janeiro de 1958. O bebê no caso era eu. Por isso, não posso hibernar totalmente nos últimos dias antes do ano novo. Tenho que fechar a contabilidade das atividades do ano e fechar o orçamento do próximo ano.
Alguém também nasceu no dia 1º de janeiro, pode comentar sua rotina antes do final do ano?
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