A comunicação exige um emissor (que fala ou escreve) e um receptor (que ouve ou lê). Sem o receptor não tem comunicação. Parece óbvio, mas muitas vezes esquecemos este princípiobásico. Quer conhecer um exemplo no qual eu esqueci?
Em 2014, comprei a massa falida da Leipold na Alemanha, que em 2024 completará 100 anos. ALeipoldjá foi a maior produtora de decalcomanias termo reagente para decoração de porcelana e vidro do mundo, com fábricas na Alemanha, Itália, Espanha, Brasil e China. Seguindo uma trágica regra das empresas familiares, a terceira geração afundou o negócio, no final dos anos 90. Sob a nova gestão, a empresa faliu mais duas vezes. Soube da segunda falência no finalde novembro de 2013 e assumi a empresa seis semanas depois. A ideia inicial era tocar a empresa por algum tempo, para transferir tecnologia e alguns equipamentos para nossa aBeckter Transfers, nossa empresa em Santa Catarina. Conseguimos gerar lucro no primeiro ano de operação, o que não acontecia nos últimos 20 anos anteriores. Parecia que seria um case de sucesso, mas em 2019, eu decidi terceirizar a produção, ficando somente com um escritório em Zirndorf, na Alemanha.
Após concluir oCONCERTIF,programa de formação de conselheiros consultivos, promovido pelaCELINTBRA, eu refleti sobre as causas que levaram ao fim da produção própria, e achei a resposta em um dos livros do meu guruPeter Drucker(Management, Tasks, Practices) no ponto em que ele aborda os fundamentos da comunicação. Eu não consegui comunicar minha visão sobre o novo modelo para a perenização do negócio. Por isso, como alerta Drucker, os colaboradores não aceitavam meus argumentos que, na visão deles, iam contra suas aspirações, valorese motivações. Como resultado eles não entenderam e até boicotaram minhas propostas.
Você já teve problemas em comunicar suas visões para sua equipe?
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