As demonstrações tomaram conta das ruas e dos meios de comunicação. Historicamente,sabemos que as que são espontâneas (como a de 2013) têm efeitos profundos, já as comandadas nem tanto. Quer conhecer umahistóriade umademonstração da qual participei na Alemanha?
Quando passava mais tempo na Alemanha, tentando administrar a Leipold International, fui visitar um amigo queestáfazendo uma reabilitação fisioterapêutica na bucólicaLindenberg im Allgäu, na divisa da Alemanha com aÁustriaeSuíça. Aochegar, fiqueisurpreso com onúmerode policiais (mais de 200) nas ruas da pequena cidade de11.000 habitantes. Em pouco tempo,descobri a razão. No dia seguinte,oAfD(Alternative für Deutschland), um partido deextrema direitafaria um encontro na cidade e os partidos da esquerda tentariam impedir a reunião. Devido à disciplina alemã e ao policiamento ostensivo,não aconteceu nadamais grave, além da paralisar a cidade no final de semana. Como não posso ver defunto sem chorar, aproveitei para conversar com alguns manifestantes para entenderpor queestavam demonstrando.
Na foto,estou com umaromena que fugiu da ditadura comunista da família Ceausescu. Isto justificaria a bandeira da União Antifascista que ela carregava,jáqueo Fascismo pode ser de direita ou esquerda. O que me deixou de queixo caído é que ela queria voltar para a Romênia para apoiar um novo regime Comunista com o argumento de que “estávez será diferente”.
Será que as pessoas não aprendem com os erros?
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