Os experts em family business recomendam uma série de atividades ou hábitos para a formação do sucessor. Após sugerir uma lista de leituras na semana passada, o próximo remédio pode parecer ainda mais amargo: escrever.
Sãoe-mails, relatórios e tweets todos os dias. Isto serve puramente para comunicação imediata. A sugestão dos experts (e minha) é escrever sobre a vida (um diário de bordo), um livro, um tema de história, política ou uma viagem que fez. Não necessariamente escreverá para enviar para alguém ou publicar, mas para refletir.
Eu comecei a escrever tardiamente. Primeiro porque minha caligrafia é sofrível. Segundo porque nunca aprendi datilografia (quem não sabe o que é, procure no Google). Minha tábua de salvação foram os antepassados do Word. A combinação do Word com as manifestações de 2013 no Brasil, criaram a massa crítica para me aventurar como colunista no jornal local. Há 8 anos escrevo reflexões para o jornal A Gazeta, abordando economia, política nacional einternacional. Quando leio meus primeiros textos me envergonho, mas se não tivesse escrito e publicado não teria evoluído, conquistado uma boa legião de leitores fiéis e não postaria no LinkedIn.
Qual sua experiência com escrever e divulgar ideias?
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