EMPRESA FAMILIAR – RAZÃO OU EMOÇÃO

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Por Ismar Roberto Becker

A distância entre o remédio e o veneno é a dose. Como as decisões emocionais em uma empresa familiar podem acabar com elas?

Empresas familiares tomam decisões diferentes das não familiares, não visando, necessariamente, o retorno do investimento (ROI). Isto é bom para a perenidade da empresa, mas pode também acabar com ela.

Um estudo em produtores de azeite de oliva espanhóis identificou cinco pilares que são a força, mas podem ser a fraqueza das Empresas Familiares.

– Família: a família mantém o controle das decisões estratégicas. Resiste ao capital externo, dá preferência aos familiares para postos de comando. Pode travar o crescimento, já que nem sempre a família tem membros competentes.

– Identificação com o negócio: a empresa é a identidade social emocional da família. Críticas à empresa são críticas à família. Em casos extremos, pode bloquear os feedbacks do mercado.

– Laços sociais: valorizam relações com funcionários, fornecedores, clientes, comunidade. Levado ao extremo, trava mudanças, levando à ineficiência.

– Apego emocional: decisões são influenciadas por emoções, conflitos não resolvidos. Pode impedir ou retardar mudanças necessárias. O famoso: Sempre fizemos assim.

– Sucessão: selecionar executivos só pelo relacionamento familiar. Legado fala mais alto, em prejuízo do resultado.

Como equilibrar a emoção com a razão na Empresa Familiar.

Quer saber mais? Entre em contato.

Fonte: “Socioemotional Wealth and Business Risks in Family-Controlled Firms: Evidence from Spanish Olive Oil Mills” – Luis R. Gómez-Mejía e outros.

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