Você decidiu ler este texto em poucos milissegundos. Não foi por acaso.
Vivemos escassez de atenção. Tempo virou ativo crítico. E quem não aprende a comunicar com brevidade e impacto simplesmente desaparece no LinkedIn, nos negócios e nas decisões.
Os dados são claros:
- A maioria das pessoas permanece menos de 15 segundos em um conteúdo.
- O cérebro decide em cerca de 17 milissegundos se continua ou abandona.
Isso não é um problema de rede social. É um problema de comunicação executiva.
E-mails longos não são lidos. Mensagens confusas não geram resposta. Reuniões extensas não geram decisão.
Essa realidade está bem resumida em ‘Brevidade Inteligente – O Poder de Dizer Muito com Poucas Palavras’, de Jim VandeHei, Mike Allen e Roy Schwartz.
A tese central é simples e incômoda: quem escreve demais demonstra que não pensou o suficiente.
Desde que passei a aplicar esse princípio, reduzi textos pela metade e aumentei o impacto. Não por mágica, mas por método.
Algumas regras práticas:
- Estilo importa: não escreva como você pensa, mas na linguagem que o leitor consome. Comunicação não é sobre você. É sobre quem lê.
- Objetividade não é grosseria: palavras fortes, frases curtas, ideias organizadas. Um toque de ironia ajuda. Excesso atrapalha.
- Visibilidade decide tudo: a frase inicial precisa ser curta, clara e provocativa. Se não chama atenção, o resto não importa.
- Clareza vem antes da profundidade: a ideia central deve estar no primeiro parágrafo. Muitos leitores não passam dali — e isso é normal.
- Correção é estratégia: leia o texto em voz alta. Corte palavras. Simplifique. Se parece complexo, está mal escrito.
Brevidade não é superficialidade. É respeito ao tempo de quem decide.
Você escreve para parecer inteligente ou para ser compreendido?
Texto original de Ismar Becker, reescrito pelo ChatGPT.
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