APRENDENDO A PSICOLOGIA ESQUERDISTA

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Por Ismar Roberto Becker

O LinkedIn tem personagens de todo tipo. Um tipo muito comum é o afetado pela ilusão do conhecimento. Dá para aprender com eles?

Por defender posições liberais, levo pedradas dos dois extremos do Diagrama de Nolan. Uns me qualificam como fascista, outros como comunista e, no meio, sobra espaço para isentão. Uma pequena minoria me critica por infringir uma norma, sem citar qual, de escrever sobre política.

Os mais barulhentos são os habitantes da caverna da esquerda. Estou acostumado a comentar verdades absolutas como a negação da escassez (Gasto é Vida, onde tem uma necessidade, nasce um direito), a culpa dos juros é dos ricos, o traficante é vítima. Faz poucos dias fui surpreendido que a negação da realidade atingiu até a psicologia. O comentário (sic!) vindo de um psicólogo. Apertem os cintos e vamos aos fatos.

Eu conhecia a famosa rivalidade entre Freud e Jung. Como o LinkedIn também é cultura, conheci um terceiro pioneiro da psicologia: Alfred Adler. Talvez por ser menos midiático, ele foi ofuscado pelos outros dois.

Até aqui, nada de anormal. A surpresa foi quando descobri que os seguidores da utopia da igualdade coletiva têm tanta raiva de Adler como de Mises ou Hayek.

Adler valoriza o esforço individual, a superação da inferioridade, a meritocracia, o propósito. Ele não ignora desigualdade, pobreza, opressão, mas não delega a superação destes problemas a iluminados que prometem reparação, redistribuição, revanche. Indivíduos, eventualmente com o apoio externo, podem superar estes problemas.

Fazer parte de rebanhos, tribos ou seitas, onde a ciência, o iluminismo, o indivíduo e as diferenças são suprimidos em nome do bem coletivo, definido por um guru supremo, não é a solução. A história nos ensina isso.

Você acredita que as pessoas podem superar suas próprias limitações ou dependem de outros para fazê-lo?

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