Nenhum negócio cresce sem inovação. Não existe inovação sem risco. A maioria dos gestores tem medo de arriscar. Como sair desta sinuca de bico?
A definição da Harvard Business School de empreendedor é de alguém que toma decisões com menos informações do que a maioria. A de um colega de OPM, em Harvard, é alguém que está disposto a viver por algum tempo como poucos estão, para depois viver como poucos podem. Os dois fatores fundamentais nestas duas definições são risco e empenho.
Em uma empresa pequena e, até média, por algum tempo é possível depender do espírito empreendedor do fundador, mas isto não é suficiente em uma empresa maior. Uma solução é ter ao lado do empreendedor vários intraempreendedores, que atuam com mentalidade de empreendedor dentro da estrutura da empresa. Gifford Pinchot, criador do neologismo, dizia que era um empreendedor corporativo, o “empreendedor corporativo”. É alguém dentro da empresa que age como dono, identifica oportunidades, cria produtos, processos ou serviços, e assume riscos calculados. Ele relaciona alguns mandamentos do intraempreendedor:
- Seguir sua visão: ver oportunidades que os outros não veem.
- Assuma riscos calculados. Lembre-se de que a rede precisa suportar uma eventual queda.
- Não aguarde permissão. Passe sempre no sinal amarelo e, às vezes, no vermelho, quando a polícia não estiver vendo.
- Busque sempre criar valor para a empresa, aumentando faturamento ou reduzindo custos.
- Trabalhe e proteja sua equipe. Assuma erros e divida acertos.
- Aprenda com os erros.
- Mantenha disciplina e paixão.
Você já arriscou ser intraempreendedor?
Fonte: “Intrapreneuring: Why You Don’t Have to Leave the Corporation to Become an entrepreneur”, Gifford Pinchot.
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