LINKEDIN – AINDA VALE A PENA?

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Por Ismar Roberto Becker

Você já se questionou se, com as novas regras de distribuição de posts, somada à censura imposta pelo STF, ainda vale a pena investir tempo escrevendo e comentando posts no LinkedIn?

Quer conhecer meu mais recente balanço e ajustes que fiz?

Sem aviso, nem posterior e, muito menos, consulta aos usuários, o LinkedIn limitou drasticamente a distribuição de posts. Comparando com uns seis meses atrás, isto provocou um engajamento de 80 a 90% mais baixo, tornando o desafio de criar redes de contatos e seguidores muito mais difícil do que está começando. Fiz um balanço e cheguei às seguintes conclusões.

METODOLOGIA

– Frequência: reduzi de 7 dias para 4 ou 5 na semana.

– Conteúdo: manterei temas motivacionais, de gestão e empresa familiar, para um público verticalizado. Não importa tanto quantos visualizam ou comentam, mas quem.

Os outros serão posts horizontais, com temas de política nacional e internacional, economia, geopolítica, tecnologia, que visam atingir um público mais amplo, para consolidar a base de contatos e seguidores. Tentarei encurtar os textos, com mais conteúdo, o que significa mais tempo para escrever menos.

– Comentários: comento uns 10 posts diariamente, além de responder, com mais profundidade, alguns dos comentários nos meus posts. Algumas vezes, estes comentários têm mais engajamento do que um post. Além disto, testam a capacidade de reagir rápido e com um texto curto.

BALANÇO

– Tangíveis: a explosão quantitativa e qualitativa do meu networking foi, e continua sendo, incrível. Somente isto já teria valido a pena, e justifica continuar, não mais para aumentar, mas para aprofundar relações.

– Intangíveis: algumas novas amizades literalmente não têm preço. Receber a visita de um ponto fora da curva, como o Fernando Blanco, além da possibilidade de fazermos um projeto em conjunto, não tem preço.

MAIOR LIÇÃO

A rotina de escrever diariamente equivale a um exercício físico: fortalece os músculos. Aprendi com as leituras, com os podcasts, com os comentários, com as críticas, mas farei uma inconfidência:

Aprendi que aprender é colocar conhecimento para fora, não para dentro.

Atingi um objetivo que não imaginei, aparentemente sendo altruísta – compartilhar conhecimento, mas fui egoísta porque aprendi mais do que eventualmente ensinei.

Qual é o seu balanço da atuação no LinkedIn?

Fonte: “Lifelong Learners: O Poder do Aprendizado Contínuo” – Conrado Schlochauer.

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