TRABALHANDO COM O INIMIGO

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Por Ismar Roberto Becker

Todos temos colegas de trabalho, clientes, fornecedores ou parentes difíceis. Como conviver com eles?

Estou trabalhando em um projeto complexo, que exige combinar conhecimento técnico e mercadológico de um determinado produto com uma legislação detalhista e burocrática. A última palavra está com pessoas que conhecem o setor, mas não com a profundidade suficiente.

Discutindo o assunto com um amigo, ele sugeriu que pesquisasse a teoria de Amy Gallo sobre os perfis/estereótipos clássicos de colegas no trabalho, que me ajudariam a contornar o perfil difícil destas pessoas. Ele lembrou também que eu não me esquecesse de que para dançar tango precisa dois, ou seja, não esquecesse de avaliar meu perfil, para ver se eu não pioro a situação com meus comportamentos. Veja a conclusão a que cheguei.

SABOTADOR – PASSIVO-AGRESSIVO

Os parceiros no projeto não entram em nenhum conflito direto, nem desqualificam minhas posições, mas procrastinam (levam com a barriga) algumas decisões vitais. O medo em tomar algumas decisões paralisa o trabalho. Na última hora, quando já não temos mais prazos, acaba prevalecendo a opinião deles.

SABIXÃO – SABE-TUDO

Como tenho uma longa experiência no tema, além do processo burocrático do projeto, me comporto como se tivesse respostas para tudo. Isto pode passar uma imagem de arrogância, ou até intimidar os parceiros.

Você tem alguma sugestão para como sair desta sinuca de bico e concluir o projeto?

Fonte: “Getting Along – On Working with Difficult People” – Amy Gallo.

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