“Viver com ousadia não significa vencer sempre, mas significa ter coragem de aparecer e se expor, independentemente do resultado”. Quer conhecer outras lições da autora da frase?
O culto à perfeição, especialmente na era das mídias sociais, é um dos maiores obstáculos para o crescimento pessoal e profissional. Deve ser por isso que, quando conto uma história dos muitos erros que cometi, o engajamento nos posts dá um salto. As pessoas se identificam com pessoas normais, que erram como elas.
Depois de um certo nível, o perfeccionismo pode escalar para um TOC (transtorno obsessivo compulsivo). Buscando um livro para recomendar a um amigo que está próximo do TOC, encontrei uma fonte com água limpa fresca para beber: “A Coragem de Ser Imperfeito”, da americana Brené Brown. Destaco três pontos:
- VULNERABILIDADE é coragem
Não tenho problema nenhum em dizer que não sei nada sobre um assunto ou, até, que sou incapaz de aprender. Lembro de uma das lições do grande Peter Drucker: Foque nas suas forças e conheça suas fraquezas. Aceitar a vulnerabilidade me faz assumir riscos e pedir ajuda.
- MEDO e VERGONHA impedem evolução
O que os outros vão pensar, dizer, se eu falhar? Este comportamento mata grandes ideias.
- Prisioneiro da PERFEIÇÃO
O feito é melhor do que o perfeito! Quantos dizem, mas não praticam este conselho. Meu saudoso pai dizia que o maior risco é não correr riscos. Em um mundo em ultrarrápida evolução, quem busca a perfeição será atropelado pelos antifrágeis, que aprendem com os erros.
Você se dá o privilégio de errar?
Fontes: “A Coragem de Ser Imperfeito”, Brené Brown.
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