Para ler este post, você pagará um preço, não para mim ou para o LinkedIn. Ganhamos de outras formas/fontes. Você pagará o custo de oportunidade. Quer saber por que ele é muito caro?
FINITUDE DA VIDA
“A vida é um período finito com data indefinida para terminar”. Esta é uma das mais óbvias, embora pouco aceita, lições do livro “O Valor do Amanhã”, de Eduardo Giannetti. Sabemos que somos mortais, mas temos medo de aceitar. Empreendedores têm esta negação da realidade em um grau mais extremo.
VIVER SEM TRABALHAR
Um dos objetivos de acumular dinheiro é trabalhar menos, ter mais tempo para o Dolce Far Niente. Interessante que muitas pessoas ricas, algumas riquíssimas, que conheço, trabalham cada vez mais. Não é uma contradição?
CUSTO DE OPORTUNIDADE
Quando escolho um peixe em um restaurante, deixei de comer carne, frango ou um bife. Em economês, é o valor do benefício que se deixa de obter ao escolher uma alternativa em vez da melhor opção disponível. Para você, o frango era a melhor opção disponível, mas, será que era mesmo?
Esta lógica vale para as opções que fazemos diariamente com nosso tempo.
LIÇÕES PRÁTICAS
Estava sem muita inspiração para escrever sobre um tema motivacional, como faço toda segunda-feira aqui no LinkedIn. Busquei ajuda em um portal sensacional: “Ojalá Hubiera Sabido Antes”, que traz conversas entre três brilhantes escritores espanhóis.
No episódio #21 “Como Aprovechar a Vida” eles comentam o livro “Quatro Mil Semanas – Gestion de Tiempo para Mortales” de Oliver Burkemann, que nos provoca a pensar como administramos o tempo, sabendo que é finito, para conseguir uma vida mais equilibrada, focando nos nossos propósitos. Destaco os seguintes pontos, que nos ajudam a ter mais equilíbrio nas 4.000 semanas que deveríamos viver:
- Custo de oportunidade: focar no que realmente faz a diferença. Eleger o prioritário.
- Saber dizer não: não podemos fazer tudo que queremos ou nos pedem. Temos que reservar o tempo para nossas prioridades.
- Estar preparado para surpresas: faz seis meses que um fato inesperado virou minha vida de pernas para o ar. O que estou tentando fazer: me adequar ao problema, dizendo mais não, focando nos melhores custos de oportunidade.
- Viver o momento presente: o passado já passou. O futuro ainda não chegou. Tudo que temos é o agora. Exercitei isso no sábado passado, em um encontro sócio-gastro-etílico (não necessariamente nesta ordem) com um grupo de amigos, para saborear uma costela de chão.
Como você administra as semanas que tem pela frente?
Fontes: “Quatro Mil Semanas – Gestion del Tiempo para Mortales” – Oliver Burkemann; “How to Stop Finghting against Time” Oliver Burkemann – TEDx University of Nicosia.
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