O presente está cada vez mais incerto e complexo. Projetar o futuro, pior. Como podemos tentar nos adaptar a este cenário? Quer conhecer algumas dicas?
O conflito entre o especialista e o generalista é clássico. Faz algum tempo entrei em uma discussão destas e resolvi ficar como ouvinte. Posteriormente, pesquisando algumas fontes para expor minha posição, por efeito da SERENDIPIDADE (acaso), tropecei no livro “Full-Spectrum Thinking” (Pensamento de Largo Espectro, em tradução livre). Investi algumas horas do domingo lendo um sumário e assistindo podcasts do autor, que já entrou na minha lista de leitura obrigatória. Alguns pontos-chave:
1. Evitar PENSAMENTO BINÁRIO
O mundo não é preto e branco. Avaliar alternativas/sugestões não convencionais. Romper os silos departamentais.
Estou participando de um projeto de lançamento de produto parado porque o marketing defende que não faz parte do DNA da empresa. O que não entendem é que este produto é para a classe executiva, não para a econômica, sendo o DNA da empresa.
2. Quebrar barreiras das CATEGORIAS
Culturas, profissão, idade não podem mais ser barreiras. A interconexão global exige flexibilidade mental e comportamental.
3. Sair das CAIXINHAS
Organogramas rígidos bloqueiam a criatividade. Devem ser substituídos por funcionogramas por projeto. Na Força Aérea de Israel, o piloto mais experiente para a missão assume o comando, não tendo patente superior.
4. LÍDERES no mundo pôs-categórico
Líderes têm que ser como camaleões, adaptando-se ao meio ambiente. Devem tomar decisões com menos informações, provocar diversidade de pensamento, estimular o Lifelong Learning.
5. PALAVRA-CHAVE
EMPATIA, com público externo e interno.
Estamos preparados para este pensar fora da caixinha?
Fontes: The Inovation Show – “Bob Johansen – Full-Spectrum Thinking: How to Escape Boxes in Post-Categorical Future”; “Full-Spectrum Thinking” – Bob Johansen.
#ismarbecker #Inteligencia #Motivação #Oportunidades #Carreira #tecnologia



