TRUMP NÃO GANHOU AS ELEIÇÕES

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Por Ismar Roberto Becker

Muita calma. Não estou duvidando do atropelamento eleitoral provocado pelo Trump. Nem sou um fã dele. Quero tentar entender por que um personagem exótico conseguiu essa vitória acachapante. Quer me acompanhar na busca das respostas?

No jargão popular, Trump fez barba (presidência), cabelo (senado) e bigode (câmara). De lambuja, o barbeiro (Suprema Corte) é de maioria conservadora. O último presidente americano que teve essas condições foi Roosevelt, em 1936.

A grande derrotada não foi só Kamala Harris, mas as chamadas instituições progressistas (Midia tendenciosa, Wokeismo de Hollywood, e o desgastado manual político dos Democratas). Qualquer semelhança com a derrota de esquerda nas eleições municipais no Brasil não é coincidência.

“Um partido de pedantes e pontificadores sobre derrota humilhante”, com este título, o jornalista Bret Stephens, que declarou o voto para Kamala, detalha o que levou ao desastre. Segundo Bret, além da vingança pessoal de Trump, o que mais contribuiu para a derrota foi a rejeição contundente do partido Democrata, pelas gestões desde Obama, por posturas como:

– Moralização incessante (politicamente elevado ao cubo).

– Rejeição das preocupações cotidianas do americano comum.

– Manipulação da linguagem.

– Agigantamento do governo, em proporções Orwellianas (Grande Irmão).

– Mais interessado em dividir do que unir o país, em grupos de identidade.

Com outras palavras, WOKE: reparação de injustiças históricas + identitarismo + empoderamento de grupos marginalizados + linguagem inclusiva (todes) + boicote social (cancelamento como sofri no LinkedIn) + desconstrução social (gênero, família, religião). Qualquer semelhança com a derrota de esquerda nas eleições municipais no Brasil não é coincidência.

China e EUA devem reforçar o diálogo, gerenciar as diferenças, expandir a cooperação. Esta foi a mensagem de felicitação de Xio Jinping para Trump. Curiosa pivotada desde a reunião dos BRICS, onde propôs acabar com a democracia liberal ocidental (leia-se EUA).

“Meus parabéns ao presidente Donald Trump pela vitória eleitoral. A democracia é a voz do povo e ela deve ser sempre respeitada. O mundo precisa de diálogo e trabalho conjunto para termos mais paz, desenvolvimento e prosperidade”. Outra pivotada do anão diplomático Demiurgo de Garanhuns. Alguns dias antes, tinha alertado sobre o risco do retorno do nazismo e do fascismo aos EUA.

Muitos americanos não votaram em Trump. Votaram contra um modelo DISTÓPICO de ESQUERDA, que quer acabar com a civilização Ocidental. Este é o ponto positivo. Um questionamento a ser feito foi o modelo PLUTOCRÁTICO (poder do dinheiro), que elegeu Trump.

Os americanos escolheram um mal menor?

Fonte: Hoover Institution – Good Fellows – The Comeback: The NYTs Bret Stephens and the GoodFellows Recap the ’24 Election.

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