“Geralmente, os únicos satisfeitos com sua capacidade de pensamento são aqueles pobres pensadores que acreditam que o objetivo de pensar é provar que eles têm razão para sua própria satisfação”.
Esta frase de Edward de Bono te lembra algum personagem da política ou dos negócios?
A análise de um problema ou oportunidade pode ser comparada à situação dos cegos e o elefante. Nesta fábula hindu, seis cegos, que nunca viram um elefante, tentaram descrevê-lo apalpando o animal. Evidentemente, deram seis versões diferentes, dependendo para parte do elefante que apalparam. A mesma lógica vale para o processo decisório.
Lembrei do método dos SEIS CHAPÉUS DO PENSAMENTO, ao participar de uma decisão acalorada. Um executivo com o ego inflado, com a característica descrita de Bono, na frase acima, monopolizava a discussão usando somente a emoção do CHAPÉU VERMELHO. Tentei, sem muito sucesso, argumentar que tentássemos avaliar a situação colocando os outros 5 chapéus, sendo:
CHAPÉU BRANCO: objetividade para levantar ou avaliar fatos, informações, estatísticas.
CHAPÉU PRETO: pensamento crítico, para avaliar o que pode dar errado. É o copo meio vazio.
CHAPÉU AMARELO: é o copo meio cheio, que destacará os pontos positivos.
CHAPÉU VERDE: pensamento não convencional, fora da caixinha.
CHAPÉU AZUL: faz a síntese do processo de discussão, tentando colocar as alternativas em ordem de prioridade/viabilidade.
Qual é o chapéu que você costuma usar mais?
Como poderíamos usar este método para a política no Brasil?
Fonte: “Six Thinking Hats” – Edward de Bono.
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