FAMÍLIA E NEGÓCIO NÃO COMBINAM

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Por Ismar Roberto Becker

A confusão nas decisões sobre o negócio e a família, é o clássico dilema das Empresas Familiares. Quer conhecer uma ferramenta que pode auxiliar na gestão dos interesses de cada grupo de envolvidos?

A visão de silo, limitada a uma área, ou conhecimento de alguém, é o grande problema nas empresas. Nas empresas familiares, este problema fica mais complexo pelos interesses conflitantes de proprietários, família e gestão, que foi resumido no MODELO DOS TRÊS CÍRCULOS, de Tagiuri e Davis.

Uma expansão deste modelo é o conceito das quatro salas da Empresa Familiar, “em que cada sala tem regras sobre quem pode entrar, quais decisões podem ser tomadas, e que as toma”. Como no modelo dos 6 chapéus, de Edward Bono, a ideia é permitir que todos opinem, mas, que a decisão seja tomada, dependendo do assunto, no fórum adequado.

SALA ACIONISTAS: Estratégia. Longo prazo. Alguns temas: compra e venda de ativos, empréstimos, aumentos, capitais.

SALA CONSELHO: Mediar posições entre acionistas e gestão. Alguns temas: Contratar ou demitir CEO, planejar sucessão gerencial, deliberar aspectos operacionais dos investimentos.

SALA GESTÃO: Operação. Implementar as decisões das duas outras salas.

SALA FAMÍLIA: Aumentar laços familiares, desenvolver talentos, debater temas alheios ao negócio.

Como algumas pessoas podem participar de mais de uma sala, é importante separar os assuntos. Em um negócio pequeno, as três primeiras salas podem ter reuniões conjuntas, desde que os membros saibam qual chapéu estão usando.

Fonte: Harvard Business School – “Manual Empresas Familiares” – Josh Baron; Rob Lachenauer.

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