Família não se acerta sobre a gestão da empresa. Está na hora de trazer alguém de fora. Qual a chance de funcionar?
Um sócio de uma média empresa, razoavelmente bem-sucedida, me fez esta pergunta. A resposta não é simples. Depende de vários fatores, mas, todos eles passam pelo por:
– Grau de governança da empresa;
– Relacionamento da família;
– Candidatos, com competência ou não, à função de executivo.
Claro que não foi uma resposta direta, mas é a dura realidade. Não existe uma fórmula mágica, cada caso é um caso.
Na situação desta empresa, que tem um conselho informal, só composto por familiares ou amigos, que não uma governança estruturada, que as decisões estratégicas são tomadas pelo feeling do dono, que tem algumas divergências sérias entre herdeiros, penso que é muito difícil encaminhar a sucessão sem um auxílio externo.
Após uma organização inicial, poderia ser recrutado um profissional, com competência técnica, mas, principalmente, que tivesse habilidade de interagir e negociar com os membros-chave da família.
É fácil encontrar um profissional com estas competências?
Fonte: “Lentes da Governança – Aspectos de longevidade para Negócios em Família” – Bruno Ferrari Salmeron e Cristiano Venâncio.
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