CONSELHEIRO DECIDE – NÃO DÁ CONSELHO Conselheiro deveria ser aquele que não se envolve; por isso, tem este nome. Na prática, o membro de um Conselho “toma decisões que definem o rumo da empresa”.Depois de um ano no Conselho Consultivo da Ceraflame, senti na pele esta afirmação do Wanderlei Passarella, no livro “Conselheiro de Empresas”, durante uma feira na semana passada. Participar ou só assistir discussões de assuntos técnicos e comerciais, como as que tive em centenas de feiras, dificulta não querer botar a mão na massa, mas tive que controlar meus impulsos. Lembrei das aulas do ConCertif, do Celint, além da realidade de que minha INTELIGÊNCIA FLUÍDA já é muito menor do que a INTELIGÊNCIA CRISTALIZADA, que deve ser minha contribuição como conselheiro. Foi especialmente difícil controlar a vontade de entrar no operacional, ao acompanhar a Luciana Nogara nas conversas com clientes potenciais da América do Sul e dos EUA. Ela tem uma excelente vivência internacional, mas entrou na cerâmica de mesa há algumas semanas. Quando comecei minha carreira de caixeiro viajante internacional vendendo pratos, já sabia muito de cerâmica, mas nada de negociação internacional. Por isto, acredito que conseguirei controlar meus impulsos de entrar no campo, me limitando a apontar direcionamentos estratégicos. Mestres, Wanderlei Passarella e Helder de Azevedo, qual o equilíbrio para um conselheiro em uma média empresa, entre o ‘HANDS-ON’ e o ‘HAND-OFF’, sem prejudicar o ‘NOSES-IN’? Fontes: “Conselheiro de Empresas” – Wanderlei Passarella; “Empresas e Família” – Helder de Azevedo; “Famílias Empresárias – Consolidando Boas Práticas” – Francis Valdivia de Matos. #ismarbecker #carreiras #oportunidades #motivacao #Ceraflame #exportacao #comex



