WORKISM – LIMITES DO TRABALHO 0901

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Por Ismar Roberto Becker

O TRABALHO DEVE TER LIMITES.Vivemos para trabalhar ou trabalhamos para viver? A resposta é uma triste ironia. Os que ganham pouco dizem que precisam trabalhar para viver. Os que ganham muito, os que trabalham porque gostam do que fazem. Será que existe um meio-termo?Para muitos, incluindo minha esposa, eu sou um “WORKAHOLIC” (viciado em trabalho). Digo que sou um “WORKALOVER” (amante do trabalho). Seguindo esta linha, tirei um meio-dia das curtas férias no Uruguai, para visitar um cliente. Só com uma overdose de pílulas ESTOICAS consegui controlar a vontade de virar a mesa. Para não estragar os últimos dias das férias, voltei ao hotel, peguei um livro, pedi um bom vinho uruguaio, e relaxei.Na manhã seguinte, procurando um tema para o post de hoje, tive uma ajuda providencial do efeito SERENDIPIDADE (encontrar algo onde não procurávamos). Caiu no meu colo um artigo do Arthur C. Brooks sobre limites do excesso de trabalho. Ele sugere três perguntas:1. Meu trabalho é minha identidade?2. Sacrifico relações de amizade e família pela minha carreira?3. Se perder meu emprego (negócio) ficarei em luto, como se tivesse perdido um parente?Respondo SIM para duas das perguntas. Por isso, estou sofrendo de AUTO-OBJETIVAÇÃO PROFISSIONAL (me vejo como objeto, não um ser humano). Isto pode ser amenizado com duas ações:1. Tirar um SABÁTICO – Férias ou mesmo um final de semana, sem ver e-mails ou mensagem. Por favor, não comenta meu erro de visitar clientes, durante o sabático.2. Encontrar amigos REAIS, não NEGOCIAIS – Pessoas fora do trabalho nos ajudam a ver a vida de outra forma.Depois dessa dura lição, me ocupei nos meus dois últimos dias no Uruguai, em atividades sócio-gasto-etílicas.Você já pensou que pode estar sofrendo do AUTO-OBJETIVAÇÃO PROFISSIONAL?Fontes: HBR Working Knowledge – “Setting Boundaries to ease Workism” – Arthur C. Brooks#ismarbecker #motivacao #carreiras #oportunidades #WorkLife #equilíbrio

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