COMER ESTÁ ACABANDO COM O PLANETA.A produção de alimentos no Brasil gerou 75% das emissões de CO₂ do país, sendo a maioria pela pecuária. A solução é simples: parar de comer para morrer antes do planeta derreter pelo aquecimento global. Graças a democracia capitalista liberal (na China é o capitalismo de Estado), hoje morrem menos pessoas por fome do que por problemas relacionados à obesidade. Menos de 8% da população mundial tem algum tipo de deficiência alimentar, sendo uma grande parte em regiões de conflitos bélicos. A exceção é o Brasil, onde mais de 60% passam fome, segundo uma ministra afirmou em Davos, que até hoje, não foi desmentida pelo governo.Fugimos da maldição malthusiana (população cresce mais do que produção de alimentos), porque aumentam exponencialmente a produção e a produtividade de alimentos. Produzimos mais com menos.PROBLEMA Segundo o último relatório do SEEG, Sistema de Estimativas de Emissões de Gases de Efeito Estufa do Observatório do Clima, a emissão de CO₂ e Metano continuam aumentando por culpa do Agro brasileiro, que insiste em continuar a produzir alimentos. Será que eles perguntaram aos bilhões de humanos que comem proteínas, vegetais e animais do Brasil, se estão dispostos a comer menos, porque as vacas emitem gases, ou porque a soja é transportada por caminhões?SOLUÇÕESEsses números apocalípticos foram publicados pela grande mídia brasileira. Lamentavelmente, pouco é divulgado sobre ações concretas para transformar um problema, em uma oportunidade de mercado. Somente a recuperação de menos de 50% das pastagens degradadas no Brasil pode remover um bilhão de toneladas de CO₂ da atmosfera, quase a metade da geração. No site da SEEG tem uma lista de 16 propostas para reduzir a emissão, sem prejudicar a produção.Por que quase toda a grande mídia só divulga os problemas? A quem interessa isso?Fontes: Valor Econômico — Foco na Redução de Emissões — 31/10/2023; e site SEEG Emissions Map | SEEG — System Gas Emissions Estimation#Ismarbecker #clima #AGRO #Aquecimento #poluição #MeioAbiente



