Como você reagiria à perda do marido IB 0805

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Por Ismar Roberto Becker

Como você reagiria à perda do marido, além de uma grande parte do patrimônio, em um curtíssimo espaço de tempo? Quer conhecer a história de quem não somente superou esta situação, mas a transformou em uma ferramenta para inspirar mulheres empreendedoras?Um dos meus professores na Harvard Business School escreveu um pequeno, mas profundo livro sobre como podemos/devemos enfrentar as mudanças. Em “Eu Mexi no Seu Queijo”,  HYPERLINK “https://www.linkedin.com/in/ACoAABfDkSQB-Vcya12UNIbtAhYJ2ikA1tbCHpc” Deepak Malhotra, questiona o conceito que simplesmente temos que antecipar, tolerar ou aceitar as mudanças. Sugere que devemos questionar as mudanças para implementar outras, focando nos limites, mudando o meio ambiente e adaptando as regras do jogo.Na semana passada, tive o prazer de jantar com a Luciana Fasolo Machado Mitri, que foi a protagonista de uma história incrível.Após perder o marido, por uma doença galopante, descobriu que a sociedade na qual era sócia, mas que o marido cuidava, estava à beira da falência. Seguindo os ensinamentos dos filósofos estoicos, ou pura intuição, superou esta verdadeira catástrofe, com a ajuda dos filhos, e resolveu contar a história no Inspirando Mulheres Empreendedoras.Conheci Luciana em um encontro de Famílias Empresárias em Brusque (SC). Isto me motivou a acompanhar minha esposa no último encontro do IME, em Bento Gonçalves (RS). Nestes eventos pude comprovar o que as palavras do professor Malhotra, na fábula dos ratos presos em um labirinto:“Se você fosse um rato preso em um labirinto e alguém ficasse mexendo no seu queijo, o que faria?”No best-seller “Quem mexeu no meu queijo”, Spencer Johnson recomenda, estoicamente, aceitar que a mudança é inevitável, e está além do nosso controle. A Luciana seguiu o que os ratos (Max, Big e Zed) do livro do Prof. Malhotra fizeram:Ela se recusou a aceitar a terrível realidade que enfrentava, escapando do labirinto no qual a vida lhe colocou. Mais do que isso, comprovou a lição final do livro: “O problema não é o rato estar no labirinto, mas o labirinto estar no rato!”Você está em algum labirinto ou o labirinto está em você?

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