Você sabia que de uma forma as Empresas Familiares afetam sua vida? Não acredita? Quer saber por quê?As estatísticas das Empresas Familiares (EF), mostram de forma contundente, porque elas impactam a vida de todos, independentemente de ser acionista de uma delas. No Brasil, as EF são mais de 90% do total de empreendimentos, geram 65% do PIB e 75% dos empregos do país. Diferentemente do que afirma o presidente, a grande maioria dos donos ou sócios destas empresas trabalham duro, com cargas horárias muito maiores do que seus colaboradores. São estas empresas, não o governo, muito menos os sindicatos, que geram a riqueza que os políticos populistas querem distribuir. Mas voltemos para o que interessa: quais os desafios da EF?Dois terços (75%) acabam na sucessão do fundador. Somente 7 em 100, chegam à terceira geração.A principal causa desta altíssima taxa de mortalidade é o processo de sucessão nas EF, que é procrastinado pelo sucessor por duas razões principais:1. Dificuldade da aceitação da sua finitude (não vai acontecer comigo agora);2. Falta de um projeto para o “day after”, após passar o bastão.Vou contar uma história de dois fundadores que optaram por caminhos diferentes no processo de sucessão, no 1º Seminário ALABAMA para Famílias Empresárias, em Bragança Paulista, entre 03 e 05 de março. Feras do assunto, como Regina Zago e Sérgio Leite, farão depoimentos sobre suas experiências práticas; Mauricio Costa Berbel sobre o modelo dos Três Círculos, Fernando Albejante sobre o Family Office; Priscilla Mello, sobre a vida Em Família; Baiard Gucci Carvalho, sobre Monitorar Negócios de Família, e Simone Zanetti contará sua experiência em encerrar o ciclo de uma empresa para começar outra. Entendeu porque como acionista, funcionário, fornecedor ou cliente de uma Empresa Familiar, você será invariavelmente afetado por alguma delas? O que pode fazer para surfar nesta onda, para não ser levado por ela?#ismarbecker #carreiras #motivacao #oportunidades #empreendedorismo #desenvolvimento #emprego #renda



