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	<title>Ismar Roberto Becker</title>
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	<title>Ismar Roberto Becker</title>
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	<item>
		<title>O GASTO É VIDA, MAS PODE MATAR.</title>
		<link>https://ismarbecker.com.br/o-gasto-e-vida-mas-pode-matar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin Ismar Becker]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 11:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo comemora os bons resultados macroeconômicos. O povo, que vive na microeconomia, está sufocado por dívidas, perdendo poder aquisitivo. Por que o gasto é vida pode matar o sonho da classe média e o da reeleição? A história econômica do Brasil desde 2003 tem dois grandes ciclos, com um pequeno intervalo de racionalidade. DO [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo comemora os bons resultados macroeconômicos. O povo, que vive na microeconomia, está sufocado por dívidas, perdendo poder aquisitivo.</p>
<p>Por que o gasto é vida pode matar o sonho da classe média e o da reeleição?</p>
<p>A história econômica do Brasil desde 2003 tem dois grandes ciclos, com um pequeno intervalo de racionalidade.</p>
<p>DO CÉU AO INFERNO 2003 – 2016</p>
<p>Nos primeiros anos da teocracia do Aiatolá de Garanhuns, o Brasil aproveitou o vento de cauda das reformas do governo anterior, e do boom de commodities. Chegamos a ser a sexta maior economia mundial.</p>
<p>Esse avanço foi destruído pelo desastre intervencionista (subsídios, desonerações fiscais, preços controlados, juros artificialmente baixos) da Nova Matriz Econômica. Estávamos à beira do abismo.</p>
<p>RACIONALIDADE ECONÔMICA 2016 &#8211; 2022</p>
<p>Com o freio de arrumação do impeachment, seguido pelo Teto dos Gastos, voltamos a crescer de forma sustentável. A trajetória positiva foi interrompida pela pandemia e pelas medidas populistas para a tentativa de reeleição do Messias, que abriu a porta para a volta do atraso.</p>
<p>RETROCRACIA 2023 &#8211; 2026</p>
<p>Populistas aprendem pouco com seus erros e esquecem logo o pouco que aprenderam. Isto leva ao que o francês Nicolas Baverez chamou de retrocracia: tentar resolver problemas atuais com soluções do passado.</p>
<p>O aiatolá tupiniquim não entende que fazer mais do mesmo, aumentando o vale voto, não gera mais votos, no máximo mantém os que já tem. Ele não sabe que o bolsa voto já é um direito, na visão do beneficiado.</p>
<p>Ele não entende que o mundo mudou, que o sindicato acabou, que o jovem deve viver livre da cangalha do Estado.</p>
<p>Com os índices de aprovação caindo e os de rejeição subindo, os Mulás a serviço do Aiatolá buscam seguidas balas de prata para continuar a corrupção (ops! administração).</p>
<p>A última (será?) bala de prata é o Desenrola 2.0, que permitirá pagar as dívidas de mais de 80% das famílias brasileiras, que seguiram o conselho do Gasto é Vida, comprando no cartão de crédito, jogando nos bets, comprando a picanha que está mais cara do que nunca.</p>
<p>O legado deste (des) governo é um país atrasado, que gosta de pobres porque depende deles para se manter no poder.<br />
É um (des) governo de extremos que utiliza os pobres para beneficiar os ricos.</p>
<p>Pratica uma política distributiva de renda e concentradora de patrimônio. Pega dinheiro de todos, principalmente da classe média, para dar aos mais pobres. Estes gastam o presente, gerando lucros para empresas, que vão para o bolso dos mais ricos, que compram títulos do governo emitidos para pagar juros absurdos para os ricos ficarem mais ricos.</p>
<p>Você já pensou que futuro quer para você, seus filhos e netos? Vai votar na continuidade de um modelo que dirige o carro olhando pelo retrovisor? Ou vai votar em um modelo que olhe para frente?</p>
<p>#ismarbecker #economia #juros #endividamento #EquilibrioFiscal #Inflação #PoderAquisitio</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A EMPRESA SABE &#8211; FAMÍLIA TRAVA</title>
		<link>https://ismarbecker.com.br/a-empresa-sabe-familia-trava/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin Ismar Becker]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 11:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Sucessão Familiar]]></category>
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					<description><![CDATA[No post (https://www.linkedin.com/posts/ismar-becker-mentor-consultoria-conselheiro-ceramica-harvard-insead-gestao-mercadointernacional_ismarbecker-changemanagement-lideranaexa-activity-7452672651036254208-Ofzg?utm_source=share&#38;utm_medium=member_desktop&#38;rcm=ACoAAA2bOxcBye2CyN6KPOWtiZwk3L_FHnxMT84) resumi os sete estereótipos em turnaround. Vamos ver como estes estereótipos podem mudar em uma Empresa Familiar? Lembra da musiquinha infantil: um elefante incomoda muita gente, dois elefantes incomodam muito mais? Transportando a lógica da música para um turnaround em Empresa Familiar, temos vários elefantes com elefantes lacaios do rei, elefantes genros [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No post (https://www.linkedin.com/posts/ismar-becker-mentor-consultoria-conselheiro-ceramica-harvard-insead-gestao-mercadointernacional_ismarbecker-changemanagement-lideranaexa-activity-7452672651036254208-Ofzg?utm_source=share&amp;utm_medium=member_desktop&amp;rcm=ACoAAA2bOxcBye2CyN6KPOWtiZwk3L_FHnxMT84) resumi os sete estereótipos em turnaround. Vamos ver como estes estereótipos podem mudar em uma Empresa Familiar?</p>
<p>Lembra da musiquinha infantil: um elefante incomoda muita gente, dois elefantes incomodam muito mais?</p>
<p>Transportando a lógica da música para um turnaround em Empresa Familiar, temos vários elefantes com elefantes lacaios do rei, elefantes genros e noras, elefantes cunhados, elefantas ex-esposas, elefantas substitutas das ex-esposas.</p>
<p>No meio deste zoológico, como ficam os papéis dos estereótipos do nosso iceberg que está derretendo?</p>
<p>Louis – Líder formal: não exerce o poder que tem, por indecisão ou influências dos interessados em manter o status quo.</p>
<p>Alice – Líder informal: entende o problema, enxerga as ações que devem ser tomadas, mas não tem poder para avançar nas mudanças.</p>
<p>Fred: enxergou o problema, convenceu Alice do problema, mas não consegue convencer os outros.</p>
<p>Buddy: entendeu as mensagens de Alice e Fred, tenta executar algumas mudanças, mas esbarra no funcionograma (quem decide, ou veta).</p>
<p>Professor: tenta explicar as causas do problema, mas não tem plateia para ser ouvido.</p>
<p>Finalmente, agora vem o elefante na loja de cristais, o NoNO, ou quase sempre os diversos NoNo, que dividem a existência do problema, levantam as razões pelas quais as soluções podem não dar certo.</p>
<p>Se isto não funcionar, utilizam suas armas mais poderosas: boicotam o processo e chantageiam Louis, ameaçando tirar alguns esqueletos do armário.</p>
<p>O resultado disto tudo é que a liderança evita confronto, decisões são empurradas, pode/deve decidir não decide, quem sabe o que fazer não tem poder, e nada acontece.</p>
<p>Mudanças são difíceis. Por que mudanças em empresas familiares são quase impossíveis?</p>
<p>Quer conhecer algumas experiências reais? Participe de A Vida Executiva Como Ela É, no link <a href="https://www.linkedin.com/events/avidaexecutivacomoela7454679881889665024/theater/" rel="noopener">https://www.linkedin.com/events/avidaexecutivacomoela7454679881889665024/theater/</a>.</p>
<p>Fonte: Nosso Iceberg Está Derretendo &#8211; John Kotter e Holger Rathgeber.</p>
<p>#ismarbecker #Turnaround #Familia #EmpresaFamiliar #Mudança #Liderança #Sucessão</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>QUEM É QUEM NA MUDANÇA?</title>
		<link>https://ismarbecker.com.br/quem-e-quem-na-mudanca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin Ismar Becker]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 11:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[Todas as tentativas de mudanças nas empresas têm sempre os mesmos personagens. Quer aprender os papéis que cada um desempenha, e como tratar cada um? As respostas detalhadas, baseadas em casos reais, você terá no podcast com o Sergio de Faria Bica Junior, quinta-feira – 30/04. Em alguns dos nossos últimos posts, já demos umas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Todas as tentativas de mudanças nas empresas têm sempre os mesmos personagens. Quer aprender os papéis que cada um desempenha, e como tratar cada um?</p>
<p>As respostas detalhadas, baseadas em casos reais, você terá no podcast com o <strong>Sergio de Faria Bica Junior</strong>, quinta-feira – 30/04.</p>
<p>Em alguns dos nossos últimos posts, já demos umas canjas sobre os desafios de fazer mudanças nas empresas.</p>
<p>Falaremos sobre um dos maiores experts no assunto, John Kotter, que em um dos seus livros conta a história de uma colônia de pinguins que viviam em um iceberg que está derretendo.</p>
<p>Na fábula dos pinguins, ele descreve sete personagens-chave para um turnaround. Eles são arquétipos comportamentais universais.</p>
<p>&#8211; LOIUS: Líder formal. Experiente e paciente. Legítima mudança, mas pode retardá-la pelo excesso de cautela.</p>
<p>&#8211; ALICE: Líder pragmática e agressiva. Lidera mudança na prática, com “skin in the game”, assumindo risco político.</p>
<p>&#8211; FRED: Inquieto, enxerga problemas que outros não veem. Muitos confiam e gostam dele. Fundamental para deflagrar a mudança, mas não consegue tocar o processo sozinho.</p>
<p>&#8211; BUDDY: Curioso e criativo. Faz as coisas acontecerem. Não deflagra o processo, mas, sem ele, o processo não avança.</p>
<p>&#8211; PROFESSOR: Analítico, Racional. Traduz as ideias com teorias ou números. Pode atrapalhar quando se perde no excesso de detalhes e estudos.</p>
<p>&#8211; JORDAN: Comunicador influente. Pode influenciar o engajamento das bases.</p>
<p>&#8211; NONO: Sabotador clássico. Tenta matar as mudanças na base. Frases preferidas: “Isto não vai funcionar”, “sempre fizemos assim”. Na maioria das vezes, tem de ser afastado.</p>
<p>Lamentavelmente, muitas vezes, o roteiro, com final infeliz, é o seguinte:</p>
<p>Fred levanta um problema, com possíveis soluções.</p>
<p>Nono domina a conversa, atrasando ou inviabilizando tudo.</p>
<p>Louis hesita em tomar decisão, às vezes perdendo a janela de oportunidade.</p>
<p>Alice não é ouvida, ou não está presente, ninguém decide.</p>
<p>Buddy e Jordan não tem nada para executar ou anunciar.</p>
<p>Isto me lembrou uma frase do livro O Leopardo, de Lampedusa:</p>
<p>“Se quisermos que tudo continue como está, é preciso que tudo mude!”</p>
<p>Você já participou de uma fábula destas?</p>
<p>Fonte: “Das Pinguin-Prinzip – Wie Veränderung zum Erfolg führt” – John Kotter – Holger Rathgeber.</p>
<p>#IsmarBecker #Mudança #Turnaround #Liderança #Risco #cultura</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>DAR FORMA É ASSUMIR RESPONSABILIDADE. </title>
		<link>https://ismarbecker.com.br/dar-forma-e-assumir-responsabilidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin Ismar Becker]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 11:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Motivação]]></category>
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					<description><![CDATA[Ideia é confortável. Sempre cabe mais uma. Sempre dá para ajustar. Sempre dá para adiar. Dar forma não. Dar forma corta. Exclui. Escolhe. E escolha tem custo. Ao longo dessa série, algumas ideias não saíram. Voltaram. Insistiram. Se repetiram. Não era falta de assunto. Era padrão. Ignorar seria fácil. Mas chega um ponto em que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ideia é confortável.</p>
<p>Sempre cabe mais uma. Sempre dá para ajustar. Sempre dá para adiar.</p>
<p>Dar forma não.</p>
<p>Dar forma corta. Exclui. Escolhe.</p>
<p>E escolha tem custo.</p>
<p>Ao longo dessa série, algumas ideias não saíram.</p>
<p>Voltaram. Insistiram. Se repetiram.</p>
<p>Não era falta de assunto.</p>
<p>Era padrão.</p>
<p>Ignorar seria fácil.</p>
<p>Mas chega um ponto em que continuar só escrevendo vira fuga.</p>
<p>Dar forma expõe. E quem expõe, assume.</p>
<p>Assume o que pensa. Assume o que fica de fora. Assume o impacto.</p>
<p>É aí que a maioria para. Porque pensar é leve. Organizar pesa.</p>
<p>Eu decidi organizar.</p>
<p>Você já organizou seus pensamentos?</p>
<p>#ismarbecker #forma #responsabilidade #decisão #corte #custo #assumir</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>FIM DA DEMOCRACIA ILIBERAL</title>
		<link>https://ismarbecker.com.br/fim-da-democracia-iliberal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin Ismar Becker]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Apr 2026 11:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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					<description><![CDATA[Por que a eleição na Hungria fez líderes iliberais do mundo tremerem? O que isto tem a ver com o Brasil? Vamos começar definindo Democracia Iliberal, termo criado por Viktor Orbán, que controlou a Hungria por 16 anos. Trata-se de um modelo onde o líder chegou ao poder em eleições regulares, que foi enfraquecendo as [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por que a eleição na Hungria fez líderes iliberais do mundo tremerem? O que isto tem a ver com o Brasil?</p>
<p>Vamos começar definindo Democracia Iliberal, termo criado por Viktor Orbán, que controlou a Hungria por 16 anos. Trata-se de um modelo onde o líder chegou ao poder em eleições regulares, que foi enfraquecendo as instituições (pesos e contrapesos) e concentrando o poder.</p>
<p>Para mobilizar o povo, cria inimigos internos (nós x eles) ou externos, incentiva a polarização (ricos x pobres), usa e abusa de medidas emergenciais, manipula as regras eleitorais, controla setores “estratégicos” da economia, com uma interpretação ampla do termo, uso e abuso da propaganda, para reforçar sua narrativa.</p>
<p>Tudo isto deteriora a democracia. Talvez o melhor, neste caso o pior, caso tenha sido Hitler, que acabou com ela.</p>
<p>Orbán seguiu a risco este modelo, com uma boa dose de corrupção, deterioração dos serviços públicos, exagero nos temas externos (apoio à Rússia) e uma enorme fadiga política, após 16 anos no poder.</p>
<p>A cereja no topo do bolo, neste caso que fez o bolo desabar, foi um roteiro econômico baseado em gastos fora de controle, que geraram um enorme déficit fiscal, que comprimiram o poder de compra da população (affordability), que fez 58% dos eleitores, com mais de 80% de comparecimento às urnas, votarem contra ele.</p>
<p>A grande lição da derrota de Orbán é que a propaganda sustenta o modelo até que a população sinta no bolso.</p>
<p>Você acha que qualquer semelhança no modelo húngaro, com os EUA, Rússia e Brasil, é mera coincidência?</p>
<p>Entendeu por que os três iliberais estão preocupados?</p>
<p>Entendeu por que tem uma química entes eles?</p>
<p>Fonte: “Iran und Ukraine – Niederlagen Trump und Putin? &#8211;  ZDFheute – Marcus M. Keupp.</p>
<p>#ismarbecker #Democracia #Liberalismo #economia #inflação #populismo #eleições</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O GRANDE GOLPE DOS VEÍCULOS ELÉTRICOS</title>
		<link>https://ismarbecker.com.br/o-grande-golpe-dos-veiculos-eletricos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin Ismar Becker]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 11:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assessoria]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[A indústria automobilística mundial está em um processo de Destruição Criativa, como definiu Schumpeter, ou é vítima de um grande golpe? Vamos aos fatos. Henry Ford revolucionou o setor com a linha de montagem. O Toyota Production System, hoje conhecido como Lean Manufacturing, levantou o sarrafo dos custos e qualidade. A partir de 2008, a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A indústria automobilística mundial está em um processo de Destruição Criativa, como definiu Schumpeter, ou é vítima de um grande golpe? Vamos aos fatos.</p>
<p>Henry Ford revolucionou o setor com a linha de montagem. O Toyota Production System, hoje conhecido como Lean Manufacturing, levantou o sarrafo dos custos e qualidade.</p>
<p>A partir de 2008, a BYD mudou todas as regras do jogo. Ela não melhorou carros existentes, ela construiu um carro em cima de baterias. O “game changer” foi a Blade Battery (bateria lâmina), que é mais barata, e dura mais. Já faz algum tempo que a Tesla compra suas baterias da BYD.</p>
<p>Com uma venda declarada de mais de 4 milhões de carros por ano, ela é a líder inconteste no mercado de EVs. A BYD vai dominar o mercado automobilístico global?</p>
<p>Dois movimentos tectônicos podem mudar este cenário:</p>
<p>&#8211; REDUÇÃO DOS SUBSÍDIOS</p>
<p>O governo democrático (sic!) chinês cortou os bônus para compra de EVs no final de 2025. A venda de EVs caiu uns 18% no primeiro trimestre. A da BYD caiu 41% em fevereiro. Ela não começou a guerra de preços entre as mais de 100 montadoras de EVs, mas dobrou a aposta. Isto lhe custou uma queda de 38% nos lucros em um trimestre.</p>
<p>&#8211; NOME DO MILAGRE E DO SANTO</p>
<p>Wang Chuanfu é o gênio por trás das disrupções do modelo BYD, mas ele tem um grande sócio oculto ou, não tão oculto: governo democrático (sic!) chinês.</p>
<p>A GMT Research, pequena empresa de pesquisa de Hong Kong, levantou que os 6 bilhões de dólares de subsídios que a BYD tem no balanço, na verdade, chegam a mais de 45 bilhões, somando os indiretos, recebidos desde 2002.</p>
<p>Este milagre vale para todos os setores/empresas que estavam no Plano Quinquenal – China 2025. É o resultado do Capitalismo de Estado, sonho de consumo de um partido (sic!) brasileiro.</p>
<p>Pesquisando um pouco mais, a GMT levantou duas práticas heterodoxas de gestão da BYD: financiamento via cadeia de produção e vendas fictícias de carros usados zero quilômetro.</p>
<p>Na primeira pirâmide, a BYD paga seus fornecedores em até 9 meses, contra os 2 meses normais no setor. Isto ajuda a maquiar o balanço, já que não aparece nas contas de endividamento.</p>
<p>A segunda é a venda fictícia de carros novos para pessoas físicas ou jurídicas de fachada, que depois são revendidos como novos.</p>
<p>Antes que comecem a jogar pedras, não estou prevendo o colapso da BYD, nem questionando o sucesso do seu modelo de negócios, ou dos seus vistosos e baratos carros. Só estou trazendo números e fatos, que pode haver algo de podre no reino da Dinamarca, como disse o guarda Marcellus, em Hamlet.</p>
<p>As perguntas que não querem calar: estas práticas heterodoxas são o fundamento do milagre chinês?  Este modelo é sustentável?</p>
<p>Fonte: &#8220;China&#8217;s EV Bloodbath: BYD is Suddenly in Trouble! &#8211; @Kinesis_labb; “BYD: Der Grosste Betrug der Autoindustrie?&#8221; – Econ DE.</p>
<p>#ismarbecker #EletricVehicle #VeiculoEletrico #MeioAmbiente #China #Dumping #CapitalsmoDeEstado</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>BRASIL – INSISTINDO EM NÃO DAR CERTO</title>
		<link>https://ismarbecker.com.br/brasil-insistindo-em-nao-dar-certo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin Ismar Becker]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 11:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cases]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[No Fórum da Liberdade 2026, discutimos se o Brasil tem jeito. Quer saber por que o Brasil é um país que insiste em não dar certo? As respostas para esta pergunta estão em “Brasil: um país que insiste em não dar certo”, de Ricardo Hingel. Não recomendo a leitura para os que sofrem da síndrome da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No Fórum da Liberdade 2026, discutimos se o Brasil tem jeito. Quer saber por que o Brasil é um país que insiste em não dar certo?</p>
<p>As respostas para esta pergunta estão em “Brasil: um país que insiste em não dar certo”, de <strong>Ricardo Hingel.</strong></p>
<p>Não recomendo a leitura para os que sofrem da síndrome da negação da matemática, da negação factual direta, da racionalização criativa, do whataboutism ou do viés de confirmação.</p>
<p>Para os que sobraram, o resumo do livro está no diagrama “Fluxo do país do futuro”. O roteiro começa quando saímos das cavernas e começamos a gerar excedentes. A partir daí:</p>
<p>&#8211; Começamos a separar uma parte para o uso de todos.</p>
<p>&#8211; Criamos uma contribuição facultativa.</p>
<p>&#8211; Avançamos para um imposto realmente imposto, porque o voluntário não estava funcionando.</p>
<p>&#8211; Isto exigiu que alguém tivesse que administrar os impostos coletados. Para isto, precisava de poder.</p>
<p>&#8211; Assim começou a disputa pelo poder, que nunca mais abriu mão dos impostos.</p>
<p>Focando no Brasil, sempre tivemos impulso de orçamento grande. O Dicionário de Sonhos (Constituição de 88) criou um enorme estímulo ao aumento de gastos, elevado à enésima potência pelo partido dos trabalhadores que não trabalham, porque sempre viveram do que os outros produzem.</p>
<p>&#8211; O orçamento grande gerou uma pressão inflacionária, que aumentou os juros, que desacelerou a economia.</p>
<p>&#8211; Para cobrir o rombo da queda de impostos de uma economia fraca, aumentaram a carga tributária que já tunga uns 35% da renda dos brasileiros.</p>
<p>Isto reduz o consumo, diminui a capacidade de poupança e o investimento, que gera um subdesenvolvimento crônico.</p>
<p>Como não tem nada tão ruim que não possa piorar, o congresso do pé (em minúscula) está discutindo uma política fiscal menos restrita (sic!), juros máximos de 10%, mais capacidade de investimentos.</p>
<p>É por isto que somos o eterno País do Futuro, com data indefinida para acontecer.</p>
<p>O Brasil tem jeito? O futuro chegará?</p>
<p>Fonte: “Brasil: Um país que insiste em não dar certo” — Ricardo R. Hingel.</p>
<p>#IsmarBecker #Economia #Juros #DeficitFiscal #Populismo #BancoCentral #Liberalismo</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>MANUAL PARA PERDER UMA ELEIÇÃO</title>
		<link>https://ismarbecker.com.br/manual-para-perder-uma-eleicao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin Ismar Becker]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 11:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma campanha política é como uma carroça de abóboras. Algumas caem ao longo do caminho, outras vão se acomodando. Como um candidato pode perder a eleição para ele mesmo no andar da carroça? Aviso aos navegantes: sou expert no assunto. Perdi a única eleição da qual participei, ou seja, 100% de erro. Isto me habilita [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma campanha política é como uma carroça de abóboras. Algumas caem ao longo do caminho, outras vão se acomodando. Como um candidato pode perder a eleição para ele mesmo no andar da carroça?</p>
<p>Aviso aos navegantes: sou expert no assunto. Perdi a única eleição da qual participei, ou seja, 100% de erro. Isto me habilita a opinar.</p>
<p>A possível (ou provável) derrota do incumbente nas eleições presidenciais tem três conjuntos de fatores:</p>
<p>FATORES EXTERNOS</p>
<p>&#8211; Affordability (acessibilidade): não é quanto ganho. É quanto posso comprar com o que ganho. A macroeconomia brasileira pode ir bem, ainda que tomando anabolizantes, mas o cidadão não vai bem.</p>
<p>O PIB está subindo, o desemprego caindo, a inflação mais ou menos sob controle. Apesar disto, mais de 60% dos brasileiros dizem que estão comprando menos do que no ano passado. Vamos aos números:</p>
<p>De 2006 até 2026, o IPCA subiu uns 170%; o salário-mínimo, 363%, com um ganho real de 75%; a renda média do trabalhador, 210%, com um ganho real de 50%. Um dos problemas é que o preço da carne (não a prometida picanha) subiu mais de 500%. O mesmo aconteceu com muitos outros produtos.</p>
<p>&#8211; Bets: estimuladas pela volúpia arrecadatória do Taxad, que apostou (e ganhou) uma arrecadação de uns R$ 3,4 bilhões, como parte da receita bruta do jogo, mais 15% do IR sobre os prêmios, os brasileiros perderam uns 23,9 bilhões, somente em 2024.</p>
<p>&#8211; Endividamento: seguindo o exemplo do “Gasto é Vida”, os brasileiros se endividaram como se não houvesse amanhã. Mesmo pedindo ajuda a Santa Edwiges, padroeira dos endividados, 80,4% dos brasileiros estão endividados, comprometendo quase 30% da sua renda. Mais de 80% estão inadimplentes, ou seja, 50% da população adulta. Isto piora a “affordability”.</p>
<p>FATORES EXTERNOS</p>
<p>A subestimação do adversário de Trump no Irã acordou o dragão da inflação mundial. Aqui no Brasil, segundo o Instituto Fiscal Independente, o impacto altista será de 0,7 a 1% em 2026, até 0,5% em 2027.</p>
<p>Para os keynesianos do Gasto é Vida, um pouquinho de inflação não faz mal. Para a grande maioria dos brasileiros, contudo, este pouquinho (sic!) vai piorar ainda mais a “affordability”. Um detalhe importante que os keynesianos esquecem: a inflação afeta mais os que ganham menos. A maioria dos comprados pelo Bolsa Voto perde ainda mais a “affordability”.</p>
<p>TIROS NO PÉ</p>
<p>Como não tem nada tão ruim que não possa piorar, o Aiatolá de Garanhuns, apavorado pela alta rejeição, e aconselhado pelo Ministro da Verdade, resolveu trucar sem cartas com o Trump. O resultado deve ser a aplicação de tarifas baseadas na Resolução 301, que resultará em milhares de desempregados, que perderão a “affordability”. Desta vez, a culpa não será do Dudu Bananinha.</p>
<p>Entenderam por que a “affordability” poderá ser o último prego no caixão da ClePTocracia?</p>
<p>#ismarbecker #inflação #juros #economia #PoderDeCompra #eleições #crise #emprego</p>
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			</item>
		<item>
		<title>MUDANÇA TRAVADA PELO SOBRENOME</title>
		<link>https://ismarbecker.com.br/mudanca-travada-pelo-sobrenome/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin Ismar Becker]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 01:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sucessão Familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[Mudanças falham por comportamentos previsíveis. Nas Empresas Familiares entram os comportamentos imprevisíveis. Quer saber como lidar com eles? Acidentes de aviação acontecem por uma combinação de fatores. O mesmo acontece nas mudanças em empresas. &#8211; O CEO procrastina por falta de senso de urgência. &#8211; O Conselho evita conflitos e tem uma coalizão fraca, além [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mudanças falham por comportamentos previsíveis. Nas Empresas Familiares entram os comportamentos imprevisíveis. Quer saber como lidar com eles?</p>
<p>Acidentes de aviação acontecem por uma combinação de fatores. O mesmo acontece nas mudanças em empresas.</p>
<p>&#8211; O CEO procrastina por falta de senso de urgência.</p>
<p>&#8211; O Conselho evita conflitos e tem uma coalizão fraca, além de alguns conselheiros que não querem perder a boquinha.</p>
<p>&#8211; A falta de uma estratégia clara, que pode ser facilmente entendida pelas pessoas-chave, trava a organização.</p>
<p>&#8211; A resistência interna, que ninguém consegue demitir, bloqueia ideias novas.</p>
<p>Isto tudo combinado transforma uma decisão técnica, em uma política e psicológica, que envolve emoções, poder, história, relações pessoais.</p>
<p>Muitas vezes, o acidente é inevitável.</p>
<p>Para completar um processo de Change Management com sucesso, além dos 8 passos de John Kotter, é fundamental considerar:</p>
<ol>
<li>Funcionograma x Organograma: quem realmente decide? Quem influencia, independentemente de cargo? Quem pode vetar?</li>
<li>Separar papéis (modelo Três Círculos):  Família – Valores, Legado, Conflitos; Gestão: Performance, Execução, Accountability.</li>
<li>Processo Decisório: como são tomadas as decisões e, principalmente, como são implementadas?</li>
<li>Conflitos pessoais: como administrá-los?</li>
</ol>
<p>Quer conhecer casos reais do processo de Change Management em Empresas Familiares.</p>
<p>Acompanhe o primeiro podcast da série “A VIDA EXECUTIVA COMO ELA É”, dia 30 de abril.</p>
<p><strong>Sérgio de Faria Bica Jr. e</strong> eu vamos conversar sobre este e outros processos de Change Management e Turnaround, dos quais participamos.</p>
<p>Na sua empresa, as mudanças param quando começam a contrariar alguns sobrenomes ou seus preferidos?</p>
<p>Fonte: “Leading Change” — John Kotter; “Managing continuity in the family-owned business” — Richard Beckhard.</p>
<p>#ismarbecker #ChangeManagement #Liderança #Mudanças #EmpresaFamiliar #Turnaround</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>MUDAR OU MORRER – EIS A QUESTÃO.</title>
		<link>https://ismarbecker.com.br/mudar-ou-morrer-eis-a-questao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin Ismar Becker]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
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					<description><![CDATA[Às vezes mudar não é uma opção. É a diferença entre viver ou morrer. Quer me acompanhar na triste história de uma tentativa de mudança de vida ou morte de um negócio? Era uma vez o que restava da maior empresa de decalcomanias, para decorar porcelana e vidro do planeta. Mudanças tecnológicas, invasão de porcelana [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Às vezes mudar não é uma opção. É a diferença entre viver ou morrer. Quer me acompanhar na triste história de uma tentativa de mudança de vida ou morte de um negócio?</p>
<p>Era uma vez o que restava da maior empresa de decalcomanias, para decorar porcelana e vidro do planeta. Mudanças tecnológicas, invasão de porcelana chinesa, falta de preparo da terceira geração e, finalmente, incapacidade de mudar, quebraram a empresa. Não uma, mas duas vezes.</p>
<p>Aí entro nesta história.</p>
<p>Uma combinação de uma galinha morta (baixo investimento), com superestimação da minha competência e subestimação da dificuldade de promover mudanças, não teve o final feliz que eu imaginava para a Leipold International, na Alemanha.</p>
<p>Após arrematar a empresa em um leilão, em menos de 40 dias, começou o processo para o turnaround da Leipold, em fevereiro de 2014.</p>
<p>Geramos caixa nos três anos seguintes, mas dependíamos muito das compras de um cliente. Era fundamental abrir novos clientes. Aprendi a duras penas que a “cultura comeu minha estratégia de turnaround no café da manhã”, como disse Drucker.</p>
<p>Minha última tentativa foi utilizar a fábula do Iceberg que podia quebrar, matando uma boa parte de uma colônia de pinguins, do livro ‘Nosso Iceberg está derretendo’, de John Kotter.</p>
<p>Tentei seguir os seguintes passos, prescritos pelo Kotter:</p>
<ol>
<li>Urgência: não procrastinei. Mostrei a urgência de ajustes.</li>
<li>Grupo ação: selecionei quatro pessoas em áreas-chave. Subestimei a inveja dos outros.</li>
<li>Estratégia clara: aumentar a base de clientes, reduzindo a dependência do maior cliente. Criar novo, sem afetar o velho.</li>
<li>Resistência interna: identifiquei os ‘sempre fizemos assim’. A reação foi um Blitzkrieg. Quem é este brasileiro que acha que vai nos ensinar?</li>
</ol>
<p>Quer saber como terminou a história?</p>
<p>Acompanhe o primeiro podcast da série “A VIDA EXECUTIVA COMO ELA É”, dia 30 de abril.</p>
<p><strong>Sérgio de Faria Bica Jr </strong>e eu vamos conversar sobre este e outros processos de Change Management e Turnaround, dos quais participamos.</p>
<p>Você já pensou que seu iceberg pode estar derretendo?</p>
<p>Fontes:  “Das Pinguin-Prinzip” &#8211; John Kotter – Holger Rathgeber.</p>
<p>#ismarbecker #Mudança #Turnaround #Liderança #Risco #cultura #Alemanha</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
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