<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Ismar Roberto Becker</title>
	<atom:link href="https://ismarbecker.com.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://ismarbecker.com.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Mon, 26 Oct 2026 23:41:18 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1.3</generator>

<image>
	<url>https://ismarbecker.com.br/wp-content/uploads/2024/06/cropped-logo-ismar-roberto-becker3-32x32.png</url>
	<title>Ismar Roberto Becker</title>
	<link>https://ismarbecker.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>URGENTE – IMPORTANTE – ESTRATÉGICO</title>
		<link>https://ismarbecker.com.br/urgente-importante-estrategico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin Ismar Becker]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Oct 2026 11:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ismarbecker.com.br/?p=4108</guid>

					<description><![CDATA[A fase de inspiração de um projeto é sempre mais prazerosa do que a de transpiração, em concretizá-lo. Como puxar um executivo, principalmente quando jovem, para a dura realidade do dia a dia, sem esquecer o futuro? Uma das mais importantes e simples ferramentas de gestão é a Matriz de Eisenhower, que combina a urgência [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A fase de inspiração de um projeto é sempre mais prazerosa do que a de transpiração, em concretizá-lo. Como puxar um executivo, principalmente quando jovem, para a dura realidade do dia a dia, sem esquecer o futuro?</p>
<p>Uma das mais importantes e simples ferramentas de gestão é a Matriz de Eisenhower, que combina a urgência e a importância das tarefas de um executivo.</p>
<p>Algo importante e urgente, como um problema de caixa, exige que você pare todo o resto e foque na solução. Na falta de caixa para tudo.</p>
<p>Para os assuntos importantes, mas não urgentes, temos que reservar tempo, às vezes fora do ambiente de trabalho, e sem interrupções. Estratégia, desenvolvimento de produtos, sucessão, por exemplo.</p>
<p>Já os não importantes, mas urgentes, como a burocracia imposta pelo Estado, ou a ideologia (ESG radical sendo o melhor exemplo), delegue. No fundo, são só rotinas que não agregam valor.</p>
<p>Finalmente os não importantes e não urgentes, corte e jogue no lixo. Lembra daquele relatório, ou daquela reunião, que foi criada para resolver um problema faz uns 10 anos?</p>
<p>Seguir esta lógica simples de Eisenhower tem outros inimigos no estilo, ou ego, dos executivos, principalmente os mais jovens.</p>
<p>John Kotter nos ensina que o senso de urgência não se confunde com ansiedade, correria ou agenda lotada. A verdadeira urgência é a determinação de fazer o que importa, avançar todos os dias. Seu maior inimigo é a complacência, muitas vezes alimentada pelo próprio sucesso: se funcionou até aqui, por que mudar?</p>
<p>Em <em>A Sense of Urgency</em>, Kotter recomenda quatro práticas:</p>
<p>&#8211; Trazer a realidade externa para dentro da empresa, ouvindo clientes e observando o mercado;</p>
<p>&#8211; Demonstrar urgência pelo comportamento do líder, começando pelo uso do próprio tempo;</p>
<p>&#8211; Aproveitar crises para promover mudanças necessárias;</p>
<p>&#8211; Enfrentar quem bloqueia sistematicamente qualquer iniciativa, distinguindo esse comportamento do questionamento construtivo.</p>
<p>Não basta apresentar argumentos e planilhas. As pessoas precisam compreender e sentir por que a mudança importa. E as primeiras conquistas não podem servir de convite à acomodação.</p>
<p>Resolver o que ameaça o presente, construir o que sustenta o futuro e reduzir o que gera crises repetidas. Este deve ser o roteiro do executivo.</p>
<p>Você ou seu chefe passam neste teste?</p>
<p>Fonte: “A Sence of Urgency” – John Kotter.</p>
<p>#IsmarBecker #Gestão #Liderança #Estratégia #Urgência #Prioridades #Execução #Foco #Resultados</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>VENCEU A URNA. E A CONTA?</title>
		<link>https://ismarbecker.com.br/venceu-a-urna-e-a-conta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin Ismar Becker]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2026 11:07:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ismarbecker.com.br/?p=4105</guid>

					<description><![CDATA[Os números apresentados mostram onde o segundo turno foi decidido: na capacidade de ampliar o apoio além da base fiel. Não entrarei no debate de uma manipulação das urnas, já que são as mesmas do primeiro turno. Lula acrescentou 10,38 milhões de votos; Flávio, 3,72 milhões. A queda nas abstenções, nos brancos e nos nulos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Os números apresentados mostram onde o segundo turno foi decidido: na capacidade de ampliar o apoio além da base fiel.</span></p>
<p><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Não entrarei no debate de uma manipulação das urnas, já que são as mesmas do primeiro turno. </span></p>
<p><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Lula acrescentou 10,38 milhões de votos; Flávio, 3,72 milhões. A queda nas abstenções, nos brancos e nos nulos ampliou a participação na decisão.</span></p>
<p><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Isso não permite identificar o caminho de cada eleitor, mas deixa uma lição: uma eleição se ganha conquistando quem ainda não está convencido.</span></p>
<p><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Encerrada a disputa, começa o teste da realidade. Promessas têm custo, o orçamento tem limites e o déficit fiscal não desaparece com a apuração.</span></p>
<p><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Quem venceu terá coragem de enfrentar o déficit fiscal, mesmo quando a decisão custar aplausos e votos?</span></p>
<p><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Fonte: Site STE compilado por <b>Gabriel Scattolon Becker.</b></span></p>
<p><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">#Brasil #Eleições #Economia #Déficit #Gestão #Futuro</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O SÉCULO DOS IMBECIS</title>
		<link>https://ismarbecker.com.br/o-seculo-dos-imbecis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin Ismar Becker]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 11:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ismarbecker.com.br/?p=4101</guid>

					<description><![CDATA[Independentemente do resultado da eleição, o modelo clePTocrático que afundou o Brasil acabou. Dúvida? O rombo orçamentário previsto pelo (des) governo para até 2030 é de 53,7 bilhões de reais. Este número está no Projeto de Lei Orçamentária Anual, enviado ao Congresso em setembro. A projeção é uma peça de ficção porque superestimou a receita [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Independentemente do resultado da eleição, o modelo clePTocrático que afundou o Brasil acabou. Dúvida?</p>
<p>O rombo orçamentário previsto pelo (des) governo para até 2030 é de 53,7 bilhões de reais. Este número está no Projeto de Lei Orçamentária Anual, enviado ao Congresso em setembro. A projeção é uma peça de ficção porque superestimou a receita e o crescimento do PIB, além de subestimar a despesa corrente, e não incluiu a farra fiscal para tentar a reeleição, que já passou dos 300 bilhões de reais.</p>
<p>Ganhando “B” ou “L”, por bem ou por mal, assistiremos a um grande calote eleitoral, com um profundo corte de gastos. Qualquer semelhança com 2014 não é mera coincidência. A diferença entre os dois calotes é que um vai para um impeachment, enquanto o outro pode colocar o país no rumo certo.</p>
<p>Depois desta introdução, vamos para os fatos que comprovam o fim da clePTocracia. O eterno candidato perdeu 3,4 milhões de votos em relação à última eleição, e o opositor teve 5 milhões mais votos que seu pai na eleição anterior.</p>
<p>Uma primeira análise das urnas mostra que o candidato “L”, perdeu votos entre os que ele qualifica de “pobres de direita” e, pasmem, ganhou muitos votos entre os ricos dos Jardins, em São Paulo. Estes últimos, provavelmente porque querem que os juros fiquem nas alturas para viver de rentismo.</p>
<p>Os “pobres de direita” foram identificados em uma pesquisa da Fundação Perseu Abramo, que é para ser o braço pensante do partido dos trabalhadores que não trabalham, chefiado pelo terraplanista do mapa mundi, Márcio Pochmann.</p>
<p>Este eleitor quer ser alguém, ter o próprio negócio, pôr o filho na escola particular, pertencer a uma igreja que dê um sentimento de pertencimento a uma comunidade e uma ordem para sua vida.</p>
<p>Para ele, o Estado é o inimigo que cobra imposto e não devolve em serviço. Ele quer liberdade para trabalhar no que quiser, pelo tempo que quiser.</p>
<p>Ignorando a pesquisa, o Aiatolá de Garanhuns e sua trupe, dizem que o entregador de pizza é “CEO de Mei”. Querem que se filie a um sindicato, para sustentar sindicalista corruPTos, que tenham carteira assinada e criticam sua religião.</p>
<p>Para entender o fim do modelo que subjugou o Brasil por quase 70% do século, empresto alguns conceitos do livro &#8220;O Século dos Imbecis&#8221; de Valter Hugo Mãe, escrito em português antigo.</p>
<p>O modelo que atrasou o Brasil é o resultado do poder absoluto de um “homem estúpido que é de uma estupidez fenomenal”, que é melhor descrito como um “morcão” (sem iniciativa, que demora para perceber as mudanças), que não é mais “imarcescível” (que não murcha, não se deteriora).</p>
<p>Entendeu por que o Brasil, a partir de 26 de outubro, será diferente, independentemente do resultado das eleições?</p>
<p>Fontes: “Lula vs. Flávio: o que os números dizem” – Spotnicks.</p>
<p>#IsmarBecker #Política # Eleições #PT #DesconexãoPolítica #ExpectativasDoEleitor #AlémDaBolha #OPovoMudou</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>NOSTALGIA NÃO É ESTRATÉGIA</title>
		<link>https://ismarbecker.com.br/nostalgia-nao-e-estrategia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin Ismar Becker]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 11:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Empresa Familiar]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ismarbecker.com.br/?p=4098</guid>

					<description><![CDATA[Sua empresa está construindo o futuro ou administrando a saudade dos seus melhores anos? O fundador desbravou mercados, enfrentou crises e construiu um patrimônio. Merece respeito. O problema começa quando suas conquistas se tornam justificativa para não mudar. “Sempre fizemos assim.” “Conheço esse mercado.” “Isso já deu certo.” Frases que encerram discussões justamente quando seria [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sua empresa está construindo o futuro ou administrando a saudade dos seus melhores anos?</p>
<p>O fundador desbravou mercados, enfrentou crises e construiu um patrimônio. Merece respeito. O problema começa quando suas conquistas se tornam justificativa para não mudar.</p>
<p>“Sempre fizemos assim.”<br />
“Conheço esse mercado.”<br />
“Isso já deu certo.”</p>
<p>Frases que encerram discussões justamente quando seria necessário abri-las.</p>
<p><strong>John Davis</strong>, um dos meus professores na <strong>Harvard Business School</strong>, aborda esse risco: tradição e legado têm valor, mas não justificam manter negócios, investimentos ou práticas que deixaram de gerar resultados. O apego pode comprometer a capacidade dos proprietários de reconhecer que chegou a hora de mudar.</p>
<p>Para o empreendedor, essa reflexão é desconfortável. Uma fábrica pode representar décadas de sacrifício. Um produto pode carregar o nome da família. Um executivo pode ter acompanhado o fundador desde o início. São vínculos importantes, mas as decisões sobre o futuro precisam considerar também clientes, concorrentes, produtividade e retorno do capital.</p>
<p>O consumidor não compra nossa história por gratidão. Compra o valor que conseguimos entregar hoje.</p>
<p>Honrar o fundador exige compreender sua coragem para empreender em seu tempo. Repetir suas decisões em circunstâncias diferentes pode destruir justamente o patrimônio que se pretende preservar.</p>
<p>Na política, vemos um candidato octogenário diante do mesmo desafio. Se por um lado os três mandatos poderiam representar uma valiosa experiência, por outro dificulta entender e aceitar as mudanças no eleitorado. Baseado no primeiro debate, não vi nenhuma disposição para rever crenças e visões de um país e do mundo que mudaram.</p>
<p>A memória dos primeiros mandatos não responde, por si só, aos desafios da inteligência artificial, da produtividade, do envelhecimento da população e de uma economia internacional em transformação. Ignorar uma imensa nova classe média, que não quer um Estado interventor, é quase um haraquiri eleitoral. Pior ainda é taxá-la (não é taxar de cobrar imposto) de &#8220;pobre de direita&#8221;, é uma afronta.</p>
<p>Na empresa e no governo, a experiência ajuda quando amplia a capacidade de interpretar a realidade. Torna-se obstáculo quando alimenta a certeza de que todas as respostas já foram encontradas.</p>
<p>“Nostalgia não é estratégia”, disse Mark Carney, primeiro-ministro do Canadá, sobre a realidade de um novo relacionamento com os EUA.</p>
<p>O passado merece reconhecimento. O futuro exige escolhas, inclusive a coragem de abandonar aquilo que um dia nos fez vencer.</p>
<p>Você está preservando um legado ou utilizando o legado para adiar decisões?</p>
<p>Fonte: “Families Today must Think like Owners” – John Davis.</p>
<p>#IsmarBecker #NostalgiaNãoÉEstratégia #Empreendedorismo #EmpresaFamiliar #JohnDavis #Estratégia #Liderança #GovernoLula</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O PESO DO TEMPO</title>
		<link>https://ismarbecker.com.br/o-peso-do-tempo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin Ismar Becker]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 11:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ismarbecker.com.br/?p=4094</guid>

					<description><![CDATA[A vida é de Deus, mas o tempo é do diabo. Já pensou nisto? Uma grande serendipidade (encontrar respostas onde menos se espera) me levou a parar, pensar e escrever sobre a finitude. Como disse Eduardo Giannetti, “vida é um período finito, com data indefinida para terminar”. A primeira serendipidade foi brincar com meu neto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A vida é de Deus, mas o tempo é do diabo. Já pensou nisto?</p>
<p>Uma grande serendipidade (encontrar respostas onde menos se espera) me levou a parar, pensar e escrever sobre a finitude. Como disse Eduardo Giannetti, “vida é um período finito, com data indefinida para terminar”.</p>
<p>A primeira serendipidade foi brincar com meu neto e concluir que provavelmente não estarei aqui para vê-lo adulto. A segunda foi ler a coluna do Candido Bracher, com o título “O Sentido do Fim”. A terceira, absolutamente mortal, com o perdão do trocadilho, foi reler os destaques do livro do filósofo alemão Rüdiger Safranski, com o título traduzido “Tempo: O que ele faz conosco e o que nós fazemos com ele”.</p>
<p>As três principais mensagens do Safranski são:</p>
<p>&#8211; Podemos transformar a passagem do tempo, mas não controlá-lo.</p>
<p>&#8211; A sensação da passagem do tempo varia. Uma hora no dentista parece interminável, enquanto em um encontro em família passa voando.</p>
<p>&#8211; Não podemos mudar o passado, mas podemos criar oportunidades para o futuro.</p>
<p>Esta reflexão é especialmente válida, além de necessária, para empreendedores que se julgam importantes demais para morrer. Um triste exemplo desta realidade foi o lamentável debate presidencial do último domingo.</p>
<p>Sem entrar no mérito político-ideológico, você, que, como eu, tem menos futuro do que passado, quer passar pelo vexame que passou um dos debatedores?</p>
<p>Já se perguntou o que conseguirá fazer da vida no pouco tempo que te resta?</p>
<p>Fontes: “O Sentido do Fim” – Candido Bracher – Folha de São Paulo;<em> Zeit: Was sie mit uns macht und was wir aus ihr machen, </em>Rüdiger Safranski.</p>
<p>#IsmarBecker #Longevidade #Finitude #TempoÉVida #ViverComPropósito #PrioridadesDaVida #ValorDoTempo #AVidaNãoEspera</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ODISSEIA BRASILEIRA</title>
		<link>https://ismarbecker.com.br/odisseia-brasileira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin Ismar Becker]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Oct 2026 11:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ismarbecker.com.br/?p=4091</guid>

					<description><![CDATA[Se o Brasil fosse o navio de Ulisses, em quem você confiaria o leme: naquele que dança com as sereias ou naquele que promete se amarrar ao mastro? Assistindo ao filme Odisseia, não pude deixar de fazer correlações com a situação do Brasil nestas eleições, já que estamos em uma guerra (nós x eles) desde [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se o Brasil fosse o navio de Ulisses, em quem você confiaria o leme: naquele que dança com as sereias ou naquele que promete se amarrar ao mastro?</p>
<p>Assistindo ao filme Odisseia, não pude deixar de fazer correlações com a situação do Brasil nestas eleições, já que estamos em uma guerra (nós x eles) desde 2002.</p>
<p>Em homenagem (será?) a Ulisses, herói da guerra de Troia, vamos chamar os dois candidatos no segundo turno de Lulisses e Bolsonarisses. A ideia é comparar como ambos enfrentariam os desafios do retorno para casa depois da guerra, que deve acabar depois desta eleição.</p>
<p>&#8211; Lotófagos: calma que eu explico. A palavra &#8220;difícil&#8221; significa comedores de lótus, uma flor alucinógena que provocava felicidade e apatia nos guerreiros de Ulisses.</p>
<p>Os guerreiros de Lulisses devoraram uma fazenda inteira no Mensalão e no Petrolão, sofrendo uma dolarisidade mórbida que levou alguns à cadeia e outros ao ostracismo. Já os do batalhão de bolsonarisses tiveram que se contentar com um pequeno jardim de rachadinhas, na cidade maravilhosa.</p>
<p>&#8211; Canto das Sereias: na viagem de volta à Ítaca, sua terra natal, Ulisses sabia do encanto das sereias, que, com seus cantos, atraíam os desavisados para paralisá-los. Os guerreiros de Lulisses pularam do barco quando escutaram o primeiro som do canto. Estão se encantando até hoje, principalmente nas praias do Nordeste. Já o Lulisses trocou uma sereia por outro peixe, que não posso nominar aqui.</p>
<p>Os de Bolsonarisses, ainda longe na praia, estão na dúvida se pulam na água ou colocam cera nos ouvidos para não cair na tentação.</p>
<p>&#8211; Ninfa de Calipso: Ulisses ficou anos seduzido pela deusa que lhe prometeu imortalidade. Lulisses foi seduzido por ninfas de toga, que já estavam no Supremo Tribunal de Brasipsos, e nos que nomeou. De tão seduzido, pode terminar engolido.</p>
<p>Bolsonarisses só têm duas ninfas que estão em luta aberta com ninfas contrárias.</p>
<p>Como a guerra de Petrolia vai acabar?</p>
<p>Lulisses já conhece a música e continua dançando. Flavisses promete resistir, mas, entre o discurso eleitoral e o exercício do poder, há um oceano de conveniências.</p>
<p>As cordas que podem proteger o Brasil têm nomes: responsabilidade fiscal, respeito às instituições e limites ao poder, que foram destruídos pelas tropas de Lulisses.</p>
<p>Na Odisseia brasileira, quem vencer aceitará ficar amarrado a esses compromissos ou entregará o leme às sereias?</p>
<p>Você quer pular na água para se juntar às sereias ou se amarrar no mastro para resistir ao seu canto do paraíso progressista?</p>
<p>#IsmarBecker #OdisseiaBrasileira #OCantoDasSereias #BrasilSemIlusões #PoderSemLimites #ResponsabilidadeFiscal #Eleições2026</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O CRIADO-MUDO FALOU</title>
		<link>https://ismarbecker.com.br/o-criado-mudo-falou/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin Ismar Becker]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Oct 2026 11:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assessoria]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ismarbecker.com.br/?p=4088</guid>

					<description><![CDATA[Um avião cai por uma combinação de fatores. A mesma lógica vale para um sistema ou partido político. Vamos ver por que o radicalismo esquerdista está ajudando a acabar com a distopia progressista brasileira? Existe uma enorme distância entre proteger direitos de minorias e tornar esta defesa um ataque aos direitos dos outros. O identitarismo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um avião cai por uma combinação de fatores. A mesma lógica vale para um sistema ou partido político. Vamos ver por que o radicalismo esquerdista está ajudando a acabar com a distopia progressista brasileira?</p>
<p>Existe uma enorme distância entre proteger direitos de minorias e tornar esta defesa um ataque aos direitos dos outros. O identitarismo e o wokismo transformam a defesa das minorias em imposição de normas e valores ao conjunto da sociedade, tratando a discordância como preconceito.</p>
<p>Esta disfunção adotada pelas esquerdas mundiais, ajudou a eleger um desequilibrado como Trump nos EUA, e é um dos fatores que pode significar o fim da distopia da seita do Aiatolá de Garanhuns aqui no Brasil.</p>
<p>Dúvida? Vamos a alguns fatos.</p>
<p>Campanha eleições municipais 2024 em SP em comício progressista: Hino Nacional em versão adaptada (sic!): “Des filhos deste solo és mãe gentil, pátria amada, Brasil”.   Um dos fatores que evitou que um contraventor do direito da propriedade privada chegasse à prefeitura.</p>
<p>Desfile Acadêmicos de Niterói – Carnaval 2026: do alto do Mulungu não surgiu uma esperança, como queria a ode ao Aiatolá, financiada com 9,5 milhões de reais de dinheiro público. Surgiu uma revolta dos ofendidos, como neoconservadores em conserva. O estrago só não foi maior porque a primeira-dama (sic!) foi impedida de desfilar.</p>
<p>Antes que me apedrejem, esquerdistas conhecidos como Ciro Gomes, Guilherme Boulos, que promoveu o evento do hino neutro (sic!) e Aldo Rebelo, ex-comunista histórico, já se expressaram publicamente nesta linha.</p>
<p>O título de uma coluna de <strong>Mariliz Pereira Jorge</strong>, no jornal que alguns chamam de Foice de São Paulo, resume bem estes abusos: “Trans importam. Mulheres também”.</p>
<p>Desqualificar os que chamam de “criado-mudo” uma peça de madeira que fica ao lado da cama, por possíveis conexões com a escravidão, é outro bom exemplo.</p>
<p>Repetirei uma pergunta que fiz em um post anterior: quantos votos o candidato progressista (sic!) perdeu com os 1,5 milhão de votos da deputada trans, que é presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara?</p>
<p>Na mesma linha, quantos eleitores que não querem depender de esmolas do Estado, chamados de “pobres de direita” pelos que querem um povo ajoelhado diante do Aiatolá, votarão no outro candidato, mesmo que a contragosto?</p>
<p>Finalmente a pergunta que não quer calar: até quando vamos tolerar que minorias de esquerda e direita dominem a necessária discussão de um entendimento no Brasil?</p>
<p>Fonte: “Esquerda está 4 anos atrasada” – Mariliz Pereira Jorge – Folha de São Paulo.</p>
<p>#IsmarBecker #Política #Eleições #Woke #LiberdadeDeExpressão #Pluralidade #DebateDeIdeias</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O CUSTO DO POPULISMO PETRALHA</title>
		<link>https://ismarbecker.com.br/o-custo-do-populismo-petralha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin Ismar Becker]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 11:04:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ismarbecker.com.br/?p=4085</guid>

					<description><![CDATA[Governos não criam valor. Bons governos aplicam bem os recursos dos impostos que a população paga. Quer ver quando o modelo “Gasto é Vida” custou para nós, brasileiros? Os brasileiros ficaram 40,4% mais ricos entre 2002 e 2025. O PIB per capita, que era de US$ 14.266 em 2002, pulou para US$ 20.025. Mostre esta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Governos não criam valor. Bons governos aplicam bem os recursos dos impostos que a população paga. Quer ver quando o modelo “Gasto é Vida” custou para nós, brasileiros?</p>
<p>Os brasileiros ficaram 40,4% mais ricos entre 2002 e 2025. O PIB per capita, que era de US$ 14.266 em 2002, pulou para US$ 20.025. Mostre esta evolução para um discípulo da seita do Aiatolá de Garanhuns e ele vai comemorar. Vai te jogar na cara: viu como nosso modelo progressista funciona?</p>
<p>Quando ele terminar a comemoração, você apresenta os seguintes dados do World Economic Outlook/FMI e uma tabela de 22 países.</p>
<p>Em 2002, quando começou o califado petralha, o Brasil era o quinto país em renda per capita, somente atrás de México, Argentina, Chile e Turquia. Em 2025, quatorze países nos ultrapassaram. Só ficamos à frente da África do Sul, cuja renda per capita cresce 16,2%, e do México, com somente 11%. Não é nenhuma coincidência que estes dois países também tenham tido suas versões locais de “Gasto é Vida”.</p>
<p>Bem na nossa frente estão a China, que cresceu 428,3%; a Índia, com 218%; a Turquia, com 155,7%, apesar do populismo do Erdogan; a Colômbia, com 71,9%; o Chile, 69,2%; e a Argentina, com todo o estrago e roubo dos Kirchner, com 49,9%.</p>
<p>Este pífio crescimento de 40,2% seria ainda pior se, no primeiro califado do Aiatolá de Garanhuns, o Brasil não tivesse herdado as reformas do Plano Real, aprovado contra o voto da petralhada, e o boom das commodities. Felizmente, alguns raros cérebros pensantes do primeiro (des) governo não deixaram a turba se apoderar dos superávits da balança comercial, o que permitiu acumular as reservas em dólares que hoje são nosso colchão de proteção contra uma desvalorização.</p>
<p>A triste conclusão é que, depois da “marolinha” do califado Aiatolá 2.0 e da Nova Matriz Econômica da ensacadora de vento (2010 até 2016), a renda per capita praticamente não cresceu.</p>
<p>Mas a história de terror não termina aqui. Para se reeleger, após um (des) governo medíocre, o Aiatolá torrou mais de 300 bilhões de reais, tentando comprar votos com vale-gás, pé-de-meia, desenrola. Nesta semana, dias antes do segundo turno, foi anunciado um perdão das dívidas nas MEIs, que a petralhada tanto critica. Lá se vão mais de 10 bilhões pelo ralo.</p>
<p>Mesmo com um aumento brutal de impostos, não foi possível pagar esta farra fiscal. Nossa dívida fiscal atingiu mais de 11 trilhões de reais, passando de 51,8% do PIB no início do governo da Ensacadora de Vento para 82,9% hoje. Uma improvável continuidade desta irresponsabilidade vai nos levar ao colapso fiscal, com uns 100% do PIB antes do final da década.</p>
<p>É este legado que você quer deixar para seus filhos e netos? Pense bem ao votar no próximo dia 25 de outubro.</p>
<p>Fonte: Podcast <strong>Fernando Ulhrich </strong>– “Lula Perde o Controle da Campanha”.</p>
<p>#IsmarBecker #OCustoDoPopulismo #BrasilFicouParaTrás #GastoNãoÉRiqueza #AFaturaDoPT #HerançaDeDívidas #QuemPagaÉVocê #QueFuturoVamosDeixar #Eleições</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>QUANDO O PODER EMBRIAGA</title>
		<link>https://ismarbecker.com.br/quando-o-poder-embriaga/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin Ismar Becker]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 11:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ismarbecker.com.br/?p=4082</guid>

					<description><![CDATA[O trapezista tem que fazer os outros acreditarem que ele voa. Quando ele próprio acredita, o chão é o limite. Empreendedores, na economia ou na política, têm uma tolerância maior ao risco. Tomam decisões com menos informações do que a maioria das pessoas. Enxergam, ou acreditam que enxergam, oportunidades que os mortais comuns não enxergam. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">O trapezista tem que fazer os outros acreditarem que ele voa. Quando ele próprio acredita, o chão é o limite.</span></p>
<p><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Empreendedores, na economia ou na política, têm uma tolerância maior ao risco. Tomam decisões com menos informações do que a maioria das pessoas. Enxergam, ou acreditam que enxergam, oportunidades que os mortais comuns não enxergam.</span></p>
<p><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Este mindset gerou fortunas e levou indivíduos improváveis ao poder. Muitos souberam reconhecer seus limites. Outros caíram do trapézio.</span></p>
<p><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Jim Collins, em &#8220;How the Mighty Fall&#8221;, descreve cinco estágios da decadência: arrogância nascida do sucesso, busca indisciplinada por mais, negação dos riscos, procura desesperada por salvação e, finalmente, capitulação à irrelevância ou à morte.</span></p>
<p><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">O primeiro estágio merece atenção. A queda começa quando tudo ainda parece estar dando certo. O sucesso vira uma espécie de certificado de infalibilidade. O sujeito esquece a equipe, as circunstâncias e até a sorte. Tudo aconteceu porque ele é extraordinário. Quem discorda simplesmente não entendeu sua genialidade.</span></p>
<p><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Os gregos chamavam isso de hubris: orgulho desmedido, capaz de apagar a percepção dos próprios limites. Em bom português: subir à cabeça.</span></p>
<p><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Na minha leitura, Lula e Daniel Vorcaro ilustram esse perigo em palcos diferentes. Um construiu poder político; o outro, poder financeiro. A comparação está na arrogância de quem passa a tratar limites como obstáculos que sua influência pode remover.</span></p>
<p><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Em Lula, vejo essa postura quando a convicção de saber o que é melhor para o povo se sobrepõe à disposição de ouvir críticas. Um rompante desta megalomania foi quando disse que o agro catarinense tinha que se ajoelhar diante dele. A trajetória de superação, as vitórias e os aplausos podem alimentar a ideia de que sua vontade basta. Só que popularidade não revoga a aritmética, e intenção não garante resultado.</span></p>
<p><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Vorcaro me remete à outra face dessa embriaguez: a crença de que dinheiro, prestígio e acesso aos poderosos tornam qualquer salto possível. O problema é confundir influência com competência e capacidade de convencer com capacidade de entregar.</span></p>
<p><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">O aplauso ajuda a perder o equilíbrio. Em volta do poderoso, críticas rareiam e concordâncias prosperam. Quem alerta vira pessimista. Quem questiona vira inimigo. Quem bajula ganha cadeira na primeira fila.</span></p>
<p><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">A coragem abre caminhos. Para continuar neles, é preciso ouvir, conferir números e aceitar limites. O bom líder precisa de gente capaz de dizer: “Você está errado”. Este é o papel mais difícil de um conselheiro: colocar o guizo no rabo do gato do fundador, que acredita que pode voar.</span></p>
<p><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Porque a plateia pode acreditar que o empreendedor voa, mas a gravidade continua funcionando.</span></p>
<p><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Conhece algum exemplo? </span></p>
<p><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">#IsmarBecker #Hubris #Liderança #Poder #Arrogância #Gestão #Política #Megalomania #Eleições</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A LIDERANÇA NÃO MUDOU</title>
		<link>https://ismarbecker.com.br/a-lideranca-nao-mudou/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin Ismar Becker]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 11:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ismarbecker.com.br/?p=4079</guid>

					<description><![CDATA[O mundo virou de ponta-cabeça nos últimos 30 anos. Por que a liderança não mudou? O líder do passado era alguém que sabia o que falar. O líder do futuro será aquele que souber perguntar. Esta frase entra em contradição com o título, se ela não fosse de 1993. Aproveitei o feriado prolongado para organizar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mundo virou de ponta-cabeça nos últimos 30 anos. Por que a liderança não mudou?</p>
<p>O líder do passado era alguém que sabia o que falar. O líder do futuro será aquele que souber perguntar. Esta frase entra em contradição com o título, se ela não fosse de 1993.</p>
<p>Aproveitei o feriado prolongado para organizar (um pouco) minha biblioteca. Folheei diversos livros de gestão, começando pelos mais velhos. Encontrei a frase acima, de Peter Drucker em “Leader of the Future”, com diversos textos da Drucker Foundation.</p>
<p>O capítulo “Ask, Learn, Follow Up and Grow”, de Marshall Goldsmith, me chamou atenção pela convergência com “Procura-se uma Nova Liderança para um Novo Tempo”, de <strong>Maria Homem</strong>, recém-lançado.</p>
<p>O foco dos dois é um pouco diferente. Goldsmith apresenta um processo para melhorar o comportamento e a eficácia de quem lidera, com forte ênfase em acompanhar a aplicação do aprendizado. Maria Homem amplia a discussão para a própria relação com o poder: quem deve ocupá-lo, como compartilhá-lo e por que esperamos tanto de uma figura salvadora.</p>
<p>Os grandes atributos, contudo, são muito próximos. Os dois mostram a necessidade de:</p>
<p>&#8211; Reconhecer limites.<br />
&#8211; Abrir espaço para outros.<br />
&#8211; Rever posturas.<br />
&#8211; Superar centralização.</p>
<p>Realmente o título não mente. A liderança não mudou. Mudaram as ferramentas, a velocidade e os desafios; continua difícil trocar a certeza pela curiosidade e dividir o poder, como comentei no post &#8220;O Fim da Liderança Tradicional&#8221;, cujo título teria, seguindo um dos atributos (rever posturas), que eu teria que mudar. Link do post: <a href="https://lnkd.in/p/dwxtsNSb" rel="noopener">https://lnkd.in/p/dwxtsNSb</a>.</p>
<p>Uma provocação final:</p>
<p>Será que um dos candidatos à presidência esqueceu estes princípios básicos da liderança?</p>
<p>Fontes: “The Leader of the Future” – The Drucker Foundation; “Procura-se Uma Nova Liderança para um Novo Tempo” – Maria Homem.</p>
<p>#IsmarBecker #Liderança #Drucke r#Liderança #GestãoDePessoas #AprendizadoContínuo #EscutaAtiva #Autoconhecimento #LiderançaHumanizada</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
