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	<title>Ismar Roberto Becker</title>
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	<title>Ismar Roberto Becker</title>
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		<title>A MALDIÇÃO ALEMÃ NO BRASIL?</title>
		<link>https://ismarbecker.com.br/a-maldicao-alema-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin Ismar Becker]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jun 2026 11:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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					<description><![CDATA[A Muti Merkel mandou na Alemanha por 16 anos. Seus sucessores afundaram o país em uma grave crise. Como e quando a Alemanha vai se livrar deste fantasma? O que o Brasil pode aprender com isso? Perón começou a destruir a Argentina em 1946. Foi afastado em 1955, retornou brevemente em 1973. Mesmo afastado e, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Muti Merkel mandou na Alemanha por 16 anos. Seus sucessores afundaram o país em uma grave crise. Como e quando a Alemanha vai se livrar deste fantasma? O que o Brasil pode aprender com isso?</p>
<p>Perón começou a destruir a Argentina em 1946. Foi afastado em 1955, retornou brevemente em 1973. Mesmo afastado e, após morto, continuou a influenciar o naufrágio do país, que Milei está tentando reconstruir.</p>
<p>Alguns analistas políticos estão fazendo analogias com o legado peronista, com o da Muti. Vejamos as causas.</p>
<p>&#8211; Herança: no primeiro governo sem Merkel, da coalização sinaleiro – Vermelho &#8211;  Socialista, Verdes – xiitas ambientais e wokismo, Amarelos (Liberais) brigaram entre si de 2021 a 2024.</p>
<p>O governo atual (pretos – Cristãos democratas e vermelhos) assumiu em 2025, com um claro estelionato eleitoral, por ignorar a AfD (direita), segunda colocada, aliando-se aos vermelhos, grandes derrotados da eleição.</p>
<p>Nos últimos 5 anos, nada foi feito para mudar a desastrosa herança que Merkel deixou.</p>
<p>&#8211; Fim do centro político: a manutenção das pautas ideológicas, rejeitadas nas eleições de 2021, aliada ao Brandmauer (isolamento da AfD), levou eleitores tradicionalmente moderados a migrar para um partido que tem uma imagem de radical.</p>
<p>A AfD passou de 4,7% dos votos nacionais em 2013 para 20,8% na eleição de 2025. Pesquisas indicam que, se novas eleições fossem convocadas hoje, teria 25 a 29% dos votos. Quanto mais a atual coalizão durar, mais votos a AfD terá.</p>
<p>&#8211; Paralisia decisória: como os partidos da coalizão discordam em quase tudo, reformas prometidas nas eleições ficam paradas.</p>
<p>O resultado é um governo pato manco, que perde votos para a AfD, com quem eles se excluem de coligar.</p>
<p>Enquanto isso, o eleitor assiste ao fechamento de empresas, ao desemprego, ao medo do futuro.</p>
<p>O cientista político Werner Patzelt, uma rara combinação de competência acadêmica, argumentativa e ironia, faz o seguinte alerta: “uma democracia não pode ignorar indefinidamente milhões de eleitores sem pagar um preço político&#8221;.</p>
<p>Mas o que isso tem a ver comigo aqui no Brasil, Ismar?</p>
<p>Simples. Temos um (des) governo minoritário, como o alemão, porque mais de 50% dos seus votos foram comprados pelo Bolsa Voto.</p>
<p>A maldição do Aiatolá de Garanhuns terminará com o seu fim biológico ou seguirá o modelo de Perón?</p>
<p>Fonte: &#8220;Merkel schwebt über allem” – Ptatzelt Politik – Apollo News.</p>
<p>#ismarbecker #Alemanha #Merkel #AfD #política #eleicoes #populismo #democracia</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>NOVAS GUERRAS, VELHAS LIÇÕES.</title>
		<link>https://ismarbecker.com.br/novas-guerras-velhas-licoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin Ismar Becker]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 11:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assessoria]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[Generais sempre lutam as guerras passadas. Será esta a razão para a invasão da Ucrânia já ter durado mais do que a Primeira Guerra Mundial? A Operação Militar Especial de Putin, começou a invasão da Ucrânia começou em 24 de fevereiro de 2022. Os objetivos eram proteger as populações das regiões de Donetsk e Luhansk, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Generais sempre lutam as guerras passadas. Será esta a razão para a invasão da Ucrânia já ter durado mais do que a Primeira Guerra Mundial?</p>
<p>A Operação Militar Especial de Putin, começou a invasão da Ucrânia começou em 24 de fevereiro de 2022. Os objetivos eram proteger as populações das regiões de Donetsk e Luhansk, desmilitarizar e desnazificar a Ucrânia, impedir a expansão da Nato.</p>
<p>Depois de 1.570 dias, realisticamente, não parece que a operação que virou quase uma guerra de trincheiras, com a Primeira Guerra, não tem um final previsível a vista. Um não consegue ganhar, outro não pode perder.</p>
<p>A Rússia apostou, e quase todo mundo acreditou, que sua enorme capacidade militar não era páreo para a Ucrânia. Errou por dois motivos fundamentais:</p>
<p>&#8211; Vontade política: as guerras terminam quando um dos lados perde a disposição de continuar a pagar o preço, econômico e de pessoal.</p>
<p>Os EUA no Vietnã, e a URSS e os EUA no Afeganistão são bons exemplos. Geralmente que está se defendendo está disposto a pagar um preço político maior.</p>
<p>&#8211; Paradoxo tecnológico: a Rússia adotou uma estratégia convencional (tropas, tanques, mísseis). As percas materiais e de pessoal dela são absurdas. Algumas estimativas falam em uns 30.000 russos mortos ou gravemente feridos por mês.</p>
<p>A Ucrânia, que não podia resistir a esta guerra convencional, investiu pesados em drones aéreos, navais e terrestres. Inicialmente os usou o para se defender, nos últimos meses, está atacando alvos no interior da Rússia. Uns 20% da capacidade de refine de petróleo foram perdidos.</p>
<p>As tropas russas não podem se mover sem um risco de aniquilação. De certa forma, estamos assistindo a um cenário semelhante à guerra de trincheiras na França durante a Primeira Guerra.</p>
<p>O Ocidente superestimou o impacto das sanções econômicas à Rússia. O esperado colapso econômico não aconteceu, embora o estrago tenha sido grande. Uma indicação deste estrago é o chá de sumiço da Presidente do Banco Central russo, nas últimas semanas.</p>
<p>As perspectivas para um fim rápido da guerra não são otimistas.</p>
<p>Putin continua considerando a guerra estratégica para a Rússia, Zelensky não aceita uma paz que legitime conquistas territoriais russas; os aliados ocidentais ainda apoiam Kiev e os chineses, Moscou. Não existe consenso sobre um acordo aceitável.</p>
<p>Não tem nenhum ZOPA (Zone of Possible Agreement) no qual os dois lados cedem algo.</p>
<p>&#8220;Quando nenhum lado pode perder, alguém ainda consegue vencer?&#8221;</p>
<p>Fonte: “Ukraine’s war is now longer than the first world war” – The Economist.</p>
<p>#ismarbecker #Guerra #Ucrânia #Rússia #Putin #Liderança #Poder #Drones</p>
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			</item>
		<item>
		<title>COMO NÃO ENVELHECER</title>
		<link>https://ismarbecker.com.br/como-nao-envelhecer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin Ismar Becker]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 11:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cases]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[Tem duas receitas para ter uma vida longa: &#8211; Não morrer cedo. &#8211; Conviver com pessoas mais jovens. Como não controlo a primeira, pratiquei a segunda esta semana em duas palestras com cinco turmas, uns 240 alunos do segundo grau do Colégio Roberto Grant, em São Bento do Sul, SC, uma das partes onde o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tem duas receitas para ter uma vida longa:</p>
<p>&#8211; Não morrer cedo.</p>
<p>&#8211; Conviver com pessoas mais jovens.</p>
<p>Como não controlo a primeira, pratiquei a segunda esta semana em duas palestras com cinco turmas, uns 240 alunos do segundo grau do Colégio Roberto Grant, em São Bento do Sul, SC, uma das partes onde o Brasil funciona.</p>
<p>Lá pelos anos 80, ministrei aulas de Economia no Roberto Grant. Depois fui algumas vezes conversar com os alunos sobre empreendedorismo. Quando o tema se tornou tabu para a ideologia freiriana, fui cancelado.</p>
<p>Neste meu retorno, fiquei duplamente feliz.</p>
<p>Primeiro, porque passei umas três horas respondendo perguntas muito inteligentes.</p>
<p>Segundo, e mais importante, porque consegui conectar com jovens que poderiam ser meus netos.</p>
<p>Seguramente aprendi mais com as perguntas do que eventualmente ensinei, mas o aplauso, os abraços, os olhares atentos para um velho/jovem, não têm preço.</p>
<p>Quando cheguei em casa, no final do dia, fiquei com a sensação de dever cumprido e feliz por me sentir jovem, embora biologicamente velho.</p>
<p>Como você está administrando o seu “landing”? “Soft” ou Crash?</p>
<p>#ismarbecker #educação #cultura #LifelongLearning #Motivação #Perenidade</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>BRASIL 2027 – RJ OU FALÊNCIA</title>
		<link>https://ismarbecker.com.br/brasil-2027-rj-ou-falencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin Ismar Becker]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 11:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[Matematicamente só temos dois cenários para a economia brasileira a partir de 2027. Recuperação Judicial ou falência. Em qual você aposta? Esta avaliação é fundamentada nas regras contábeis, de governança e da matemática.  Quem quiser comentar deve, necessariamente, ler/entender os números que indicam o inevitável colapso das contas públicas nos próximos dois anos. NÚMEROS DA [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Matematicamente só temos dois cenários para a economia brasileira a partir de 2027. Recuperação Judicial ou falência. Em qual você aposta?</p>
<p>Esta avaliação é fundamentada nas regras contábeis, de governança e da matemática.  Quem quiser comentar deve, necessariamente, ler/entender os números que indicam o inevitável colapso das contas públicas nos próximos dois anos.</p>
<p>NÚMEROS DA DECADÊNCIA</p>
<p>&#8211; Dívida Pública:  no início de 2023, a dívida bruta era de R$ 7,2 trilhões, a Selic 13,75%, os juros anuais consumiam perto de 1 trilhão. No final de 2025, a dívida pública explodiu para R$ 10 trilhões, a Selic estava em 15% e os juros comeram R$ 2,25 trilhões.</p>
<p>&#8211; Dívida/Pib: como o (des) governo gasta mais do que arrecada, não tem dinheiro para pagar os juros, tem que buscar dinheiro no mercado. Em 2023, a dívida era de 72% do PIB. Em 2025, subiu para 80%.</p>
<p>TENDÊNCIAS</p>
<p>Graças ao Bando (não é erro digitação) Master, do qual participaram, ecumenicamente os grandes personagens políticos e do judiciário da extrema esquerda a extrema direita, o candidato que parecia poder superar os votos dos habitantes das cavernas ideológicas e os comprados pelo Bolsa Voto, derrapou feio.</p>
<p>Atualmente, o cenário eleitoral mais provável é a reeleição do aiatolá da clePTocracia brasileira. Caso este cenário distópico se confirme, teremos 4 anos, que se não forem interrompidos pela biologia ou pela política, de um Gasto é Vida turbinado.</p>
<p>Por que alguém que passou a vida com o dinheiro dos outros vai se preocupar com dívida e juros se vai eventualmente terminar o mandato com 85 anos?</p>
<p>AGORA VAI DAR CERTO</p>
<p>Nesta semana, o coordenador do programa do eventual próximo (des) governo petralha resumiu o que seria um novo mandato: “regra fiscal não pode inibir crescimento. Precisamos de mais espaço nas regras do orçamento fiscal”.</p>
<p>Traduzindo do petralhes: lasque-se a disciplina fiscal. Gasto é vida.</p>
<p>Informação importante. O referido coordenador foi o presidente da Petrobras, que quase quebrou a empresa.</p>
<p>CENÁRIO MACROECONÔMICO PROVÁVEL</p>
<p>A continuidade da Nova Matriz Econômica turbinada, que quase quebrou o Brasil em 2016, permite projetar um cenário apocalíptico, onde a Selic na faixa de 13,5% a 14%, inflação acima de 4%, crescimento real perto de 2% e sem desindexação de despesas, a dívida bruta pode chegar ao fim de 2030 próxima ou acima de 100% do PIB. A conta anual de juros pode ficar entre R$ 1,5 trilhão e R$ 1,8 trilhão.</p>
<p>O resultado provável desta farra fiscal será o que economistas sérios chamam de Dominância Fiscal, quando o Banco Central perde a capacidade de controlar a inflação só com o aumento dos juros.</p>
<p>Qual das saídas para este cenário você julga mais viável: eleger um presidente minimamente responsável ou emigrar para o Paraguai?</p>
<h3></h3>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>CONSELHEIRO OU MEDIADOR?</title>
		<link>https://ismarbecker.com.br/conselheiro-ou-mediador/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin Ismar Becker]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 11:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Sucessão Familiar]]></category>
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					<description><![CDATA[O conselheiro não existe para eliminar conflitos. Ele existe para evitar que conflitos destruam decisões. É possível conseguir isto sem se envolver na gestão? As duas principais lições que aprendi no ConCertif, do Celint, e reforcei na leitura do “Conselheiro de Empresas” de Wanderlei Passarella, são que a carreira de conselheiro é autoral, depende muito [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O conselheiro não existe para eliminar conflitos. Ele existe para evitar que conflitos destruam decisões. É possível conseguir isto sem se envolver na gestão?</p>
<p>As duas principais lições que aprendi no ConCertif, do <strong>Celint,</strong> e reforcei na leitura do “Conselheiro de Empresas” de <strong>Wanderlei Passarella</strong>, são que a carreira de conselheiro é autoral, depende muito de cada um, e que em alguns conselhos devemos ter mais “hands on”.</p>
<p>Esta reflexão não é para a elite da carreira selecionada pelo QI (quem indica) nas estatais ou nas grandes empresas de capital aberto. Esta elite vive em um mundo à parte.</p>
<p>Não é também para os que só querem complementar a renda ou ter uma ocupação para não ter excesso de convivência em casa.</p>
<p>Meu objetivo é abrir um debate com colegas que tentam, como eu, controlar o ímpeto (o uso do cachimbo deixa a boca torta) de exagerar no “hands on”, de manter uma visão macro (holística) do negócio, de agregar valor ao negócio, de poder contribuir na perenidade de um negócio. Com aqueles que buscam fazer do trabalho uma realização profissional e pessoal.</p>
<p>O maior dilema que enfrento é dizer ao rei que ele está nu, quando os outros elogiam a roupa dele.</p>
<p>Sei que os colegas compartilham minha visão, mas, por precaução, ou seria melhor dizer medo, não têm coragem de confrontar a opinião do CEO. Pior ainda se for o fundador.</p>
<p>Como você administra este dilema?</p>
<p>Fonte: “Conselheiro de Empresas – O que você precisa saber para uma Carreira Promissora” &#8211; Wanderlei Passarela.</p>
<p>#ismarbecker #Conselheiro #Gestão #Governança #EmpresaFamiliar #perenidade #Estratégia</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A INOVAÇÃO DESTRUINDO A MARCA</title>
		<link>https://ismarbecker.com.br/a-inovacao-destruindo-a-marca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin Ismar Becker]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 11:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
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					<description><![CDATA[O objetivo do marketing é conhecer e compreender o cliente tão bem que o produto ou serviço se adapte a ele e se venda por si mesmo. O que leva uma empresa icônica a destruir sua marca? Peter Drucker definiu o objetivo de marketing em 1954. Ele argumentou que como o objetivo de uma empresa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O objetivo do marketing é conhecer e compreender o cliente tão bem que o produto ou serviço se adapte a ele e se venda por si mesmo. O que leva uma empresa icônica a destruir sua marca?</p>
<p>Peter Drucker definiu o objetivo de marketing em 1954. Ele argumentou que como o objetivo de uma empresa é criar clientes, a empresa tem somente duas funções básicas: marketing para compreender o cliente e inovação para atender às expectativas do cliente.</p>
<p>Seguindo esta lógica, a pergunta que não quer calar: o que as equipes de marketing da Ferrari e da Jaguar fizeram para compreender o cliente e como as equipes de inovação transformaram as expectativas dos clientes em um produto?</p>
<p>A Jaguar cometeu um verdadeiro haraquiri da marca, começando com o lançamento de uma nova identidade visual, que não mostrava carros e apresentava uma nova marca. Logo depois, lançou o modelo elétrico Type 00.</p>
<p>Ironicamente, o Type 00 deve ter sido o objetivo de vendas da campanha. As vendas caíram de 180.000 carros em 2018 para 27.000 em 2025. Até hoje, os ex-futuros clientes estão esperando os novos modelos, já que os antigos foram descontinuados.</p>
<p>Na semana passada, a Ferrari lançou seu primeiro carro elétrico e o segundo com quatro portas. Com mais de 1.000 cv, atinge uma velocidade de 310 km/h, atinge 100 km/h em 2,5 segundos, tem o maior porta-malas da linha e custa 610 mil dólares.</p>
<p>Aqui caberiam duas perguntas básicas: quem quer uma Ferrari para levar mais de duas pessoas? Por que um porta-malas deste tamanho em um carro esportivo?</p>
<p>Reação de Luca de Montezemolo, presidente da Ferrari por 24 anos: estamos arriscando destruir uma lenda. Espero que pelo menos retirem o cavalo rampante.</p>
<p>A reação do mercado foi pior. As ações caíram 8,4% em um dia.</p>
<p>O nome do novo bólido é bem sugestivo, Luce, que significa luz ou iluminação. Pela reação dos admiradores da marca, deve tratar-se da luz de ré do carro.</p>
<p>Uma explicação para o visual chinês do Luce é que um dos projetistas foi da Apple e se inspirou no projeto de um novo “mause”.</p>
<p>O que explica dois desastres destes?</p>
<p>Onde estavam o Conselho e a alta direção, que provavelmente ouviram consultores, agências, influenciadores, pesquisas, esquecendo sua história e seus clientes?</p>
<p>Fonte: “Ferrari hat den Jaguar-Moment” – Prof. Dr. Christian Rieck.</p>
<p>#ismarbecker #marketing #Drucker #Ferrari #Jaguar #Inovação #ObjetoDeDesejo</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>DITADURA DA TECNOLOGIA</title>
		<link>https://ismarbecker.com.br/ditadura-da-tecnologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin Ismar Becker]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 11:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[Democracia é o governo no qual o poder é exercido pelo povo. Quem exerce o poder quando informação, capital e tecnologia se concentram nas mãos de poucos? Não estou falando da clePTocracia que controla o Brasil, mas de um regime muito pior. O retrato dele pode ser visualizado nas fotos de Trump chegando na China, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Democracia é o governo no qual o poder é exercido pelo povo. Quem exerce o poder quando informação, capital e tecnologia se concentram nas mãos de poucos?</p>
<p>Não estou falando da clePTocracia que controla o Brasil, mas de um regime muito pior. O retrato dele pode ser visualizado nas fotos de Trump chegando na China, com um entourage dos chefões das Big Techs.</p>
<p>Elon Musk, Sam Altman, Mark Zuckerberg, entre outros, concentram um poder sem precedentes na história. Eles têm uma enorme capacidade de moldar as políticas públicas por controlarem as plataformas digitais, o fluxo de informações e as portas abertas para o salão oval da Casa Branca.</p>
<p>Este cenário é potencializado pela figura do presidente mais corrupto da história americana, que faz nossa cleptocracia parecer coisa de amador.</p>
<p>A jornalista Carole Cadwalladr alerta que a fronteira entre poder político e tecnológico foi derrubada, denominando o novo sistema que comanda os EUA de “Broligarchy”. O “bro” vem de brother (irmão), como se denominam os chefões do Vale do Silício. Os tentáculos deles influenciam a política e os negócios de distintas maneiras.</p>
<p>&#8211; Eleições: cada vez mais, vencer uma eleição depende das plataformas digitais, das mídias sociais, controladas pelos algoritmos, controlados pelos “broligarcas”.</p>
<p>&#8211; Poder: no passado, golpes militares derrubavam governos. A concentração das informações em poucas mãos pode levar à derrubada ou eleição de escolhidos por alguns poucos. Pior é que as barreiras de entrada no setor são altíssimas, o que lhes garante um oligopólio.</p>
<p>&#8211; Apropriação de conteúdo: o que alguém escreve, formula, desenha, é utilizado pelos LLM da IA, sem consentimento dos autores.</p>
<p>&#8211; Aniquilação da imprensa tradicional: com informações sendo distribuídas teoricamente de graça, os incentivos econômicos do jornalismo tradicional estão acabando.</p>
<p>Cadwalladr acredita que o maior risco para as democracias ocidentais não é um governo autoritário tradicional, mas a fusão entre poder estatal, plataformas digitais e inteligência artificial nas mãos de um pequeno grupo de bilionários da tecnologia.</p>
<p>É interessante que outros analistas, de posições ideológicas distintas, como os  liberais Yuval Harari e Niall Ferguson e o marxista Álvaro Garcia Linera, corresponsável pela destruição da Bolívia, defendem a mesma tese.</p>
<p>A democracia vai sobreviver a esta ameaça?</p>
<p>Fonte: &#8220;Inside the Broligarchy: Is Big Tech Running US Politics?&#8221; DW News &#8211; Carole Cadwalladr.</p>
<p>#ismarbecker #BigTechs #trecnologia #IA #poder #política #EstadosUnidos #InteligênciaArtificial</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>TUDO PARA GANHAR A ELEIÇÃO</title>
		<link>https://ismarbecker.com.br/tudo-para-ganhar-a-eleicao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin Ismar Becker]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jun 2026 11:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assessoria]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[A temporada para compra de votos começou mais cedo. Além dos impostos e verbas parlamentares, vale qualquer truque para ganhar. Quer saber quais são as mentiras sobre as sanções dos EUA? Trump utilizou taxações sobre importações para arrecadar e para agradar a turma do Make America Great Again desde que assumiu. No chamado Liberation Day, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A temporada para compra de votos começou mais cedo. Além dos impostos e verbas parlamentares, vale qualquer truque para ganhar. Quer saber quais são as mentiras sobre as sanções dos EUA?</p>
<p>Trump utilizou taxações sobre importações para arrecadar e para agradar a turma do Make America Great Again desde que assumiu. No chamado Liberation Day, taxou ilhas onde só vivem pinguins, países amigos e inimigos.</p>
<p>O Brasil foi presenteado com uma tarifa adicional de 40%, por uma combinação de arrogância ignorante do (des) governo, que defendeu o fim do dólar na reunião dos Brics aqui no Brasil, e na missão suicida do Dudu Bananinha, deputado exilado nos EUA. Estes foram traidores.</p>
<p>Por interesse dos EUA, alguns produtos (carne, café, aviões) foram excluídos da lista.</p>
<p>Isto evoluiu para a “química” entre dois narcisistas, que só têm interesses eleitorais e pessoais.</p>
<p>Os grandes prejudicados foram produtos industrializados que agregam mais valor e geram empregos. Santa Catarina foi um dos mais prejudicados. Não vi o (des) governo mover uma palha para tentar mudar. Seria porque quase não tem votos por aqui?</p>
<p>Todos apostavam que as tarifas seriam derrubadas pela Suprema Corte dos EUA, que interpreta a lei, diferentemente do STF daqui que faz as leis. Alertei, na época, que as investigações da Section 301 continuavam e deveriam ser concluídas até a metade do ano. O que o (des) governo e os empresários fizeram? Absolutamente nada.</p>
<p>As investigações da 301 atingem dezenas de países, cada um com um cardápio de justificativas diferentes. Elas são como bodes na sala, que podem ser retirados total ou parcialmente. Só depende da vontade e capacidade de negociação do país investigado.</p>
<p>Em 1986, o Brasil foi investigado por pirataria na informática. Até logotipos de empresas americanas foram copiados. O governo Sarney, continuador da ditadura, protegia os amigos do rei com a reserva de mercado. Não deu a mínima para as indústrias tradicionais.</p>
<p>Fui para Washington, em uma audiência com o USTR, equivalente ao ministério do comércio. Enquanto os setores protegidos tentaram justificar o injustificável, eu afirmei que o Brasil estava pirateando, mas que não adiantava sancionar setores como porcelana, móveis e têxteis. O alvo tinha que ser as empresas estatais.</p>
<p>Não traí o país. Ajudei a preservar milhares de empregos. Dei uma pequena colaboração para o fim do cartório da reserva da informática.</p>
<p>O enredo do filme atual é a reeleição. Mentir que as ações dos EUA são um ataque à soberania. O ministério da verdade já baixou a ordem: todo discurso de qualquer barnabé deve ser nacionalista. Depois da eleição, vamos ver o que fazer.</p>
<p>Este (des) governo protegeu a soberania dos brasileiros contra as facções criminosas compostas por vítimas, segundo o presidente.</p>
<p>Protegeu os brasileiros de uma taxa de juros absurda, causada pela irresponsabilidade do Gasto é Vida?</p>
<p>#ismarbecker #exportações #EUA #Tarifas #Dólar #Trump #eleições #empregos</p>
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		<title>O AGRO TEM FUTURO?</title>
		<link>https://ismarbecker.com.br/o-agro-tem-futuro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin Ismar Becker]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 11:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[Sem a produção e exportações do agro, o Brasil teria quebrado. Este cenário está ameaçado? Nos últimos anos, o agro representou uns 30% do crescimento do PIB. O superávit da balança comercial em 2025 foi de 149,1 bilhões de dólares, enquanto o déficit de todos os outros setores foi de 80,8 bilhões. Ou seja, os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sem a produção e exportações do agro, o Brasil teria quebrado. Este cenário está ameaçado?</p>
<p>Nos últimos anos, o agro representou uns 30% do crescimento do PIB. O superávit da balança comercial em 2025 foi de 149,1 bilhões de dólares, enquanto o déficit de todos os outros setores foi de 80,8 bilhões. Ou seja, os 68,3 bilhões de superávit foram gerados pelo agro. Sem o agro, o Brasil teria um fechamento no vermelho, e o Brasil já teria entrado em colapso cambial.</p>
<p>Os números dos anos anteriores não foram muito diferentes.</p>
<p>O crescimento do PIB do primeiro trimestre de 2026 (1,1%) foi turbinado pelo agro, que cresceu mais de 2,0%.</p>
<p>Este cenário está comprometido para o restante de 2026 e, principalmente, para 2027.</p>
<p>Uma combinação de fatores totalmente fora do controle do agro indica um canário preocupante para as próximas safras.</p>
<p>Queda dos preços internacionais, valorização do real, juros estratosféricos no Brasil, resultado da irresponsabilidade fiscal do (des) governo do Gasto é Vida, aumento dos preços de fertilizantes, defensivos e do diesel, ocasionados pela guerra no Irã, afetarão duramente a rentabilidade do setor.</p>
<p>Somente quem tiver uma produtividade bem acima da média vai ganhar dinheiro. Como não temos indicações de que este cenário mude nos próximos meses, os bons ventos deixarão de soprar por pelo menos um ou dois anos.</p>
<p>A somatória de safras mais fracas, com aumentos dos gastos indexados obrigatórios do populismo fiscal, turbinadas pelas benesses para comprar votos, indica claramente que 2027 será um freio de arrumação no fiscal, independentemente de quem ganhe a eleição.</p>
<p>As perspectivas para o agro no médio prazo (3 a 5 anos) são extremamente positivas, em um cenário onde a bioenergia (álcool, biodiesel, biometano) aumente sua participação na matriz energética de um país onde quase tudo anda sobre rodas.</p>
<p>Keynes já dizia que a longo prazo todos estaremos mortos, mas para isto temos que continuar vivos no curto e médio prazo.</p>
<p>Se o cenário não é um céu de brigadeiro para o agro, qual o cenário que você projeta para os outros setores?</p>
<p>Qual será o custo do calote eleitoral de 2027?  Será tão alto quanto o de 2015, depois do enterro da Nova Matriz Econômica?</p>
<p>Fonte: “Roberto Rodrigues vê tempestade perfeita para agro” – Power – Brazil Journal.</p>
<p>#ismarbecker #Agro #exportações #PIB #economia #inflação #DeficitFiscal #GastoÉVida</p>
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		<title>CONFLITOS: EVITAR OU ADMINISTRAR?</title>
		<link>https://ismarbecker.com.br/conflitos-evitar-ou-administrar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin Ismar Becker]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 11:03:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Sucessão Familiar]]></category>
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					<description><![CDATA[Não existe empresa familiar sem conflitos. Existem empresas familiares que administram bem ou mal os conflitos da gestão, propriedade e família. Como fazer esta gestão? A inspiração para este post veio de uma conversa que tive com um membro da terceira geração de uma empresa familiar. Em um longo desabafo, ele me contou das brigas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Não existe empresa familiar sem conflitos. Existem empresas familiares que administram bem ou mal os conflitos da gestão, propriedade e família. Como fazer esta gestão?</p>
<p>A inspiração para este post veio de uma conversa que tive com um membro da terceira geração de uma empresa familiar. Em um longo desabafo, ele me contou das brigas (palavras literais dele) na família, que passam para a empresa.</p>
<p>Após ouvi-lo, comecei lembrando uma frase de Tolstói em Anna Karenina: “Todas as famílias felizes se parecem; cada família infeliz é infeliz à sua maneira”.</p>
<p>A adaptação da frase para as Empresas Familiares é que todos os negócios longevos seguem algumas regras básicas. As duas principais são:</p>
<p>&#8211; Modelo Três Círculos: entender e praticar que os interesses da família, dos sócios e dos gestores são diferentes.</p>
<p>Uma decisão necessária para o negócio, tomada pelos gestores (familiares ou não), pode desagradar os sócios. Investir, fundamental para a perenidade do negócio, significa pagar menos dividendos.</p>
<p>O contrário é verdadeiro. Distribuir mais dividendos agradará sócios familiares e políticos (genros e noras), mas pode prejudicar o negócio, na visão dos gestores e sócios.</p>
<p>&#8211; Evitar conflitos: talvez as melhores palavras seriam procrastinar ou barrigar os naturais conflitos entre os três círculos, ou até, dentro deles. Sabe aquele carro novo que o cunhado comprou e meu marido não?</p>
<p>Tentei resumir o modelo que as famílias felizes, seguindo a frase de Tolstoi, utilizam, como uma panela de pressão.</p>
<p>A válvula que deixa o vapor sair evita que a panela exploda. Toda empresa familiar necessita instalar válvulas nos três círculos, para que o negócio não exploda.</p>
<p>Quais válvulas você utiliza?</p>
<p>Fonte: “Generation to Generation – Life Cycles in Family Business” – Kelin E. Gersick, John Davis and others”.</p>
<p>#ismarbecker #EmpresaFamiliar #sucessão #gestão #governança #liderança #conflitos #perenidade</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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