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	<title>Economia &#8211; Ismar Roberto Becker</title>
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	<title>Economia &#8211; Ismar Roberto Becker</title>
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	<item>
		<title>O POVO DISSE NÃO</title>
		<link>https://ismarbecker.com.br/o-povo-disse-nao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin Ismar Becker]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 11:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Um pequeno passo para o Senado. Um enorme passo para o Brasil. A primeira rejeição de um indicado ao STF desde 1894, não é apenas um episódio político, é um sinal institucional. Mostra que, apesar da pressão, ameaças e chantagens, ainda existem freios que funcionam quando testados no limite. Não resolve o país, mas redefine [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um pequeno passo para o Senado. Um enorme passo para o Brasil.</p>
<p>A primeira rejeição de um indicado ao STF desde 1894, não é apenas um episódio político, é um sinal institucional.</p>
<p>Mostra que, apesar da pressão, ameaças e chantagens, ainda existem freios que funcionam quando testados no limite. Não resolve o país, mas redefine o jogo.</p>
<p>Ontem, o Senado, pressionado pelo povo, colocou um limite (ou fim?) no aparelhamento do STF.</p>
<p>Não foi um fato isolado, foi um recado claro de que a maioria do país está farta deste modelo.</p>
<p>Queremos o Brasil de volta para todos os brasileiros, não só para um lado.</p>
<p>Queremos um país que pense e trabalhe para o futuro, não uma retrocracia que vive no e do passado.</p>
<p>#ismarbecker #Senado #STF #Instituicoes #Política #Governanca #Decisao #Poder #Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ERRAR, ERRAR ATÉ ACERTAR.</title>
		<link>https://ismarbecker.com.br/errar-errar-ate-acertar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin Ismar Becker]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Mar 2026 11:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Nenhuma ideia provocou tanta miséria e morte na história. Mas aprendemos com os erros. Finalmente apareceu a versão certa do comunismo. Dúvida? Todas as experiências comunistas, ou qualquer outro apelido, foram um desastre econômico, social, ecológico. Mesmo assim, as intelectuais onanistas continuam tentando provar a quadratura do círculo. O problema não é a ideia. Ela [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nenhuma ideia provocou tanta miséria e morte na história. Mas aprendemos com os erros. Finalmente apareceu a versão certa do comunismo. Dúvida?</p>
<p>Todas as experiências comunistas, ou qualquer outro apelido, foram um desastre econômico, social, ecológico. Mesmo assim, as intelectuais onanistas continuam tentando provar a quadratura do círculo.</p>
<p>O problema não é a ideia. Ela foi mal implementada.</p>
<p>Finalmente, este problema foi resolvido por Clara Mattei. A ideia é genial.</p>
<p>Basta reinterpretar a história do capitalismo moderno como um sistema que depende de austeridade e repressão para sobreviver.</p>
<p>Em resumo: para acabar com o capitalismo, basta desmontar suas estruturas.</p>
<p>A ideia é genial. Basta.</p>
<p>&#8211; Expandir radicalmente a democracia econômica.</p>
<p>&#8211; Endurecer o controle social da produção.</p>
<p>&#8211; Enfraquecer as instituições que impõem austeridade, afinal, gasto é vida.</p>
<p>Mas só isto não chega. É necessário.</p>
<p>&#8211; Implantar um orçamento participativo. Aquele que quase acabou com o Rio Grande do Sul.</p>
<p>&#8211; Delegar ao povo o controle comunitário dos recursos.</p>
<p>&#8211; Democratizar os bancos centrais. Aqui no Brasil, isto foi tentado pelo Master.</p>
<p>O novo sonho é uma combinação de socialismo democrático, economia política crítica e ativismo institucional.</p>
<p>Eu não entendi. Você entendeu?</p>
<p>Fonte: The Capital Order: How Economists Invented Austerity and Paved the Way to Fascism &#8211; Clara Mattei.</p>
<p>#Capitalismo #Economia #HistoriaEconomica #Ideias #PoliticalEconomy #Instituições #HistóriaDasIdeias</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>MENTIRA DA SOMA ZERO</title>
		<link>https://ismarbecker.com.br/mentira-da-soma-zero/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin Ismar Becker]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Jan 2026 11:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A maior dificuldade de debater economia com um discípulo de Marx não é ideológica. É cognitiva. Quer saber por quê? Chama-se Falácia da Soma Zero. Enquanto ela não é superada, o debate não começa. QUANDO A REALIDADE É FILTRADA “Bias” pode ser traduzido como viés, inclinação ou preconceito cognitivo. Na prática, é uma âncora mental [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A maior dificuldade de debater economia com um discípulo de Marx não é ideológica. É cognitiva. Quer saber por quê?</p>
<p>Chama-se Falácia da Soma Zero. Enquanto ela não é superada, o debate não começa.</p>
<p>QUANDO A REALIDADE É FILTRADA</p>
<p>“Bias” pode ser traduzido como viés, inclinação ou preconceito cognitivo.<br />
Na prática, é uma âncora mental que impede a pessoa de processar fatos que contradizem sua visão de mundo.</p>
<p>No campo progressista, novo rótulo para ideias antigas, um viés aparece com frequência: a crença de que toda riqueza é extraída de alguém.<br />
Para alguém ganhar, outra precisa perder.</p>
<p>A famosa “mais-valia” nasce dessa premissa. O problema é simples: a realidade não confirma a teoria.</p>
<p>O MUNDO NÃO PAROU EM 1848</p>
<p>Autores que trabalham com dados — não com slogans — mostram um padrão claro de progresso desde a Revolução Industrial.</p>
<p>Em <em>Novo Iluminismo – Em Defesa da Razão, da Ciência e do Humanismo</em>, Steven Pinker apresenta 16 indicadores objetivos: longevidade, renda, educação, violência, desigualdade e felicidade.<br />
Não são opiniões. São séries históricas de fontes independentes.</p>
<p>Oded Galor, em <em>A Jornada da Humanidade</em>, chega à mesma conclusão por outro caminho.</p>
<p>O dado mais incômodo para a soma zero é este:</p>
<ul>
<li>Antes da Revolução Industrial, mais de 90% da humanidade vivia na pobreza extrema.</li>
<li>Hoje, esse número é inferior a 8%.</li>
</ul>
<p>Não é uma redução marginal. É um desabamento histórico. E ainda assim, há quem não consiga enxergar.</p>
<p>A CONTA QUE NÃO FECHA</p>
<p>Antes de 1800, o PIB per capita global girava entre US$ 600 e US$ 1.000 (ajustados). Hoje, está entre US$ 12 mil e US$ 14 mil, com poder de compra 20 a 25 vezes maior.</p>
<p>Agora, as perguntas que realmente incomodam:</p>
<ul>
<li>Como uma população muito maior ficou mais rica tirando dos outros, se a conta não fecha?</li>
<li>Se fosse soma zero, de onde veio o ganho agregado?</li>
<li>Não seria mais lógico concluir que houve criação de valor, e não simples redistribuição?</li>
</ul>
<p>Estas perguntas não recebem resposta. Recebem rótulos.</p>
<p>O PROBLEMA REAL</p>
<p>A Falácia da Soma Zero não é uma divergência econômica. É uma disfunção analítica.</p>
<p>Ela transforma progresso em exploração. Crescimento em culpa. Capitalismo em pecado original.</p>
<p>Enquanto esse viés não é reconhecido, o debate não avança. Ele gira em círculos morais, não em evidências.</p>
<p>Como discutir economia com alguém que rejeita matemática, estatística e história quando elas contradizem sua crença?</p>
<p>Fonte: “Zero-Sum Thinking: Roots and Policy Implications” &#8211;  Economics, Applied – Sandra Sequeira.</p>
<p>Texto original de Ismar Becker, reescrito pelo ChatGPT.</p>
<p>#ismarbecker #economia #capitalismo #liberalismo #desigualdade #ideologia</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ERA UMA VEZ UMA ALEMANHA</title>
		<link>https://ismarbecker.com.br/era-uma-vez-uma-alemanha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin Ismar Becker]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Sep 2025 11:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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					<description><![CDATA[Vou contar uma história triste de uma potência mundial em acelerada decadência. Quer conhecer alguns cenários de médio prazo para a Alemanha? Já fazia tempo que não escrevia sobre a Alemanha, até porque tinha pouco de positivo para contar. Fui provocado por uma executiva brasileira que vive lá com a seguinte pergunta: fico aqui ou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Vou contar uma história triste de uma potência mundial em acelerada decadência. Quer conhecer alguns cenários de médio prazo para a Alemanha?</p>
<p>Já fazia tempo que não escrevia sobre a Alemanha, até porque tinha pouco de positivo para contar. Fui provocado por uma executiva brasileira que vive lá com a seguinte pergunta: fico aqui ou volto? O que era para ser uma breve conversa virou um longo bate-papo, além de inspiração para este post.</p>
<p>Resumo as causas da decadência alemã, que senti na pele nos cinco anos que morei lá.</p>
<p>&#8211; COMPLEXO DE SUPERIORIDADE</p>
<p>O “Wirtschaftswunder” dos anos 1950–60 subiu à cabeça dos alemães, que acreditaram que a festa nunca teria fim. Em 2002, já conhecido como Doente da Europa, Gerhard Schröder, do SPD, lançou a Agenda 2010, focada em leis trabalhistas, dando novo impulso econômico, mas mantendo o inferno burocrático. Os 16 anos da Muti Merkel colocaram o país em um coma induzido, política e economicamente. O país só acordou com o fim do gás russo.</p>
<p>&#8211; MODELO ULTRAPASSADO</p>
<p>A indústria alemã é conhecida por sua qualidade sem igual. O problema é que qualidade tem preço, que nem todos podem ou querem pagar. Por que pagaria 50% a mais por uma máquina que durará 50 anos, se em 5 ela pode estar obsoleta?</p>
<p>Um carro alemão pesa uns 200 kg a mais do que o de qualquer outro país. Em cada etapa, alguém coloca uns quilos a mais. A justificativa: “Es wäre besser” (ficaria melhor). Para piorar, as normas trabalhistas são draconianas. Você não pode ligar uma máquina na tomada sem a presença de um mestre eletricista.</p>
<p>&#8211; CRISE POLÍTICA</p>
<p>O inchamento do Estado, a prática de Gasto é Vida dos direitos sociais, o avanço desproporcional da esquerda radical na gestão, expulsou uma parcela cada vez maior para a extrema-direita.</p>
<p>O AfD (Alternatif für Deutschland) pulou de 10,3% para 20,8% do parlamento nas eleições de 2021 e 2025. Baseado nas últimas eleições nos Länder (estados), alguns analistas podem prever que o maior partido nas eleições gerais que podem ser a qualquer momento, se o governo atual perder a maioria.</p>
<p>O atual governo é uma coligação do CDU/CSU (centro-direita), com 28,5% nas últimas eleições, com o SDP (centro-esquerda, dominado pelos radicais) com 16,4%, sendo o grande derrotado nas eleições. O AfD, com 20,8%, é rejeitado por todos os partidos.</p>
<p>Kanzler (primeiro-ministro) prometeu na campanha reduzir impostos, atacar a burocracia, reduzir o Bürgergeld (espécie de Bolsa Família), repatriar imigrantes ilegais e manter o equilíbrio fiscal. Não conseguiu fazer nada, porque o SPD não aprova. É só uma questão de tempo para o país ficar ingovernável, abrindo o caminho para o AfD.</p>
<p>O que você acredita que respondi para a executiva brasileira que trabalha na Alemanha?</p>
<p>Fonte: “Herbst der Reformen abgesagt – Werner Patzel” – Apollo News.</p>
<p>#ismarbecker #Alemanha #Burocracia #crise #imigração #economia</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ESQUEÇA TUDO QUE APRENDEU</title>
		<link>https://ismarbecker.com.br/esqueca-tudo-que-aprendeu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin Ismar Becker]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jul 2025 11:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[As glórias do passado não justificam os erros do presente, nem garantem o sucesso do futuro. Por que esta frase é mais atual do que nunca? Escutei a frase acima centenas de vezes do meu saudoso pai. Cometi muitos erros por não a seguir, mas já faz tempo que penso, e prático, a mensagem dela [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As glórias do passado não justificam os erros do presente, nem garantem o sucesso do futuro. Por que esta frase é mais atual do que nunca?</p>
<p>Escutei a frase acima centenas de vezes do meu saudoso pai. Cometi muitos erros por não a seguir, mas já faz tempo que penso, e prático, a mensagem dela todos os dias.</p>
<p>Na semana passada, falei com o jornal A Gazeta, onde publiquei minhas reflexões sobre política e economia desde 2013, quando a ensacadora de vento arruinava o Brasil. Lá se vão 12 anos e parece que estou vendo o mesmo filme, com o país sendo destruído pela irresponsabilidade fiscal e, agora, somada com a geopolítica burra.</p>
<p>A conversa com A Gazeta, contudo, foi sobre outra crise, provocada pelo (des) governo da época, com a manutenção da nefasta Lei de Informática, uma combinação de uma utopia dos governos militares com uma corja de empresários sanguessugas. Um bom (ou péssimo) exemplo: um fax (os mais jovens busquem na IA) da Itautec, o nome não é coincidência, custava 10 mil dólares aqui e uns 1.500 nos EUA. Quem pagava, para encher as burras dos amigos do rei, eram os que necessitavam do fax, especialmente para exportar. Como o delito já prescreveu, confesso que trouxe de forma semilegal, já que havia a conivência dos fiscais da alfândega, três aparelhos.</p>
<p>Exatamente sobre os EUA que falei com A Gazeta. Contei como uma parte do setor de cerâmica de mesa e de móveis quase faliu devido a uma investigação dos EUA, baseada na Section 301, que paralisou nossas exportações por meses.</p>
<p>Lamentavelmente, estamos assistindo a um “Não vale a pena ver de novo” com a disputa de ego de dois aloprados, um deles fazendo bravatas no Chile com seus comparsas progressistas.</p>
<p>No Paraná, em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, dezenas de empresas do setor de madeira e móveis estão entrando em férias coletivas. Como este imbróglio não vai terminar tão cedo, em mais algumas semanas começarão as demissões. Uma série de outros setores, em outras partes do Brasil, estão com o mesmo problema e, invariavelmente, terão que dispensar colaboradores.</p>
<p>Isto me levou a rever as anotações que fiz em um livro de Marshall Goldsmith, onde ele diz que ‘O que levou você ao sucesso atual <strong>não é o que o levará ao próximo nível</strong>. À medida que você sobe, os desafios mudam – e você precisa desapegar de hábitos antigos e desenvolver novas atitudes’.</p>
<p>Você já pensou nisso ou vai esperar uma crise chegar para se mexer?</p>
<p>Fonte: “What Got you Here won&#8217;t Get you There” – Marshall Goldsmith.</p>
<p>#ismarbecker #gestão #desafios #ameaças #oportunidades</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>TRUMP ACERTOU NO ALVO</title>
		<link>https://ismarbecker.com.br/trump-acertou-no-alvo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin Ismar Becker]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2025 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Casa Branca deve impor retaliações apenas contra as empresas estatais, diz Ismar Becker. Quer saber por que eu defendi isso, em Washington, em 1987? Tirem as crianças da sala. A história que vou contar é forte. Para defender milhares de empregos, eu sugeri ao governo americano impor sanções contra as empresas estatais brasileiras. Vamos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Casa Branca deve impor retaliações apenas contra as empresas estatais, diz Ismar Becker. Quer saber por que eu defendi isso, em Washington, em 1987?</p>
<p>Tirem as crianças da sala. A história que vou contar é forte. Para defender milhares de empregos, eu sugeri ao governo americano impor sanções contra as empresas estatais brasileiras. Vamos aos fatos, que podem nos ajudar a encontrar alternativas para sair do problema da taxação das exportações.</p>
<p>A democracia de 1987, trouxe consigo uma mentalidade da ditadura. Um dos piores exemplos era a Lei da Informática, que proibia a importação de hard e software, e subsidiava a produção no Brasil. O povo pagou a conta e o Brasil continuou analógico.</p>
<p>Além de bilhões de subsídios, o governo estimulou a pirataria de software, com o argumento de que um programa seria uma expressão de ideias, e por isso não poderia ser patenteado. Era a licença para copiar e não pagar o direito.</p>
<p>É bom ir se acostumando com esta sigla, que foi usada pelo Trump para mais uma retaliação contra o Brasil. Desta vez será diferente do que as bravatas da semana passada, porque ele tem um embasamento em uma lei semelhante em quase todo mundo livre, ainda que ele venha a forçar a barra.</p>
<p><strong>A Section 301</strong> do <em>Trade Act</em> de 1974, permite retaliar países que praticam barreiras injustas ao comércio ou violam propriedade intelectual. Foi o que aconteceu em 1986, quando a Microsoft denunciou que o MS-DOS estava sendo pirateado.</p>
<p>Logo após a abertura da investigação, os importadores americanos suspenderam os embarques, pois as tarifas decididas seriam aplicadas à mercadoria em trânsito. A Oxford Porcelanas, onde eu trabalhava, o têxtil e madeireiro parou. Junto com a Ceramarte, onde 100 contêineres foram retidos.</p>
<p>Em Brasília e a resposta foi clara: na guerra tem alguns mortos. Temos que proteger o direito de o Brasil desenvolver tecnologia mesmo que copiando dos outros.</p>
<p>A última etapa da investigação foi uma audiência onde os empresários brasileiros e americanos poderiam defender seus interesses. Eu fui falar em nome do setor de cerâmica de mesa. Deveria ler um material preparado por um lobista americano.</p>
<p>Quando entendi que a pirataria era indefensável, e que o governo ia tentar tirar a Embraer, na época estatal, jogando a cerâmica aos leões, resolvi improvisar. O Estado de São Paulo resumiu minha fala:</p>
<p>“Ismar Becker, que representava a Oxford, uma pequena indústria de porcelana, usou outro argumento. Depois de dizer que ele e a maioria dos empresários eram contra a política de informática, que classificou como “estupida”, sugeriu que a Casa Branca imponha retaliações contra empresas estatais”.</p>
<p>As sanções foram impostas contra estatais, a maioria das empresas privadas ficou de fora, o governo brasileiro reconheceu a propriedade intelectual do software.</p>
<p>A lição que eu aprendi é que um país tem que ter uma política comercial de Estado, não de Governo, ou de partido, como o Brasil hoje.</p>
<p>O que podemos aprender com esta história?</p>
<p>#ismarbecker #EUA #exportações #comex</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>PARA UM GANHAR, O OUTRO PERDE</title>
		<link>https://ismarbecker.com.br/para-um-ganhar-o-outro-perde/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin Ismar Becker]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jan 2025 21:25:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[ A grande dificuldade de debater economia com um discípulo de Marx é a FALÁCIA DA SOMA ZERO. Quer saber por que esta anomalia cognitiva afeta a visão de mundo deles? DISTORÇÃO DE REALIDADE A palavra “bias” pode ser traduzida como inclinação ou preconceito. Bias mentais são âncoras de pensamento, que impedem as pessoas de sequer [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<pre> A grande dificuldade de debater economia com um discípulo de Marx é a FALÁCIA DA SOMA ZERO. Quer saber por que esta anomalia cognitiva afeta a visão de mundo deles?


DISTORÇÃO DE REALIDADE

A palavra “bias” pode ser traduzida como inclinação ou preconceito. Bias mentais são âncoras de pensamento, que impedem as pessoas de sequer avaliar informações que possam contrariar sua forma de ver uma situação. Um ponto comum nos progressistas, novo nome para uma velha ideia, é o Bias da Soma Zero. Eles acreditam que, para alguém ganhar algo, outros têm que perder. A famosa Mais Valia seguiu essa linha.

EVOLUÇÃO DESDE REVOLUÇÃO INDUSTRIAL

Recentemente, comentei o livro “Novo Iluminismo – Em Defesa da Razão, da Ciência e do Humanismo”, de Steven Pinker. Ele apresenta 16 índices de progresso, que vão da longevidade, passam pela riqueza, pela desigualdade até a felicidade. Não são opiniões, são estatísticas de fontes imparciais, que mostram uma evolução exponencial.

Oded Galor, em “A Jornada da Humanidade – As origens da riqueza e da desigualdade”, segue na mesma linha.

O exemplo mais enfático é a redução da pobreza de mais de 90% antes da Revolução Industrial, para menos de 8% atualmente. Os afetados pelo Bias da Soma Zero não conseguem enxergar este desabamento de 90% para 8%, mesmo que a lógica e a matemática não sustentem esta negação.

CRESCIMENTO DA RIQUEZA

Antes da Revolução Industrial, o PIB per capita era entre 600 e 1.000 dólares, com um poder de compra ajustado para 1990. Atualmente é de 12 a 14.000 dólares, com poder de paridade de compra de 2020, 20 a 25 vezes maior do que em 1.800.

Perguntas que não querem calar:

- Como mais de 90% de uma população, muito maior que a anterior à Revolução Industrial, conseguiu ganhar renda tirando dos outros?

- Ao invés do enriquecimento provocado pelo Capitalismo, ter sido uns ganhando e outros perdendo, não seria uma soma onde todos ganham?

Como você consegue tratar a disfunção de alguém com a Falácia da Soma Zero?

Fonte: “Zero-Sum Thinking: Roots and Policy Implications” Economics, Applied – Sandra Sequeira.

 #ismarbecker #economia #desigualdade #Comunismo #Socialismo #Capitalismo #Liberalismo


</pre>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>RISCOS BRASIL – 2025</title>
		<link>https://ismarbecker.com.br/riscos-brasil-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin Ismar Becker]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jan 2025 11:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[As regras do mundo serão outras a partir de 20 de janeiro, com Trump no poder.  Ele poderá/deverá potencializar a maioria dos riscos projetados. Quer saber como isto pode afetar o Brasil? O Eurasia Group projeta todos os anos os 10 maiores riscos que poderão afetar a geopolítica e geoeconomia mundial. Alguns deles podem afetar, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As regras do mundo serão outras a partir de 20 de janeiro, com Trump no poder.  Ele poderá/deverá potencializar a maioria dos riscos projetados. Quer saber como isto pode afetar o Brasil?</p>
<p>O Eurasia Group projeta todos os anos os 10 maiores riscos que poderão afetar a geopolítica e geoeconomia mundial. Alguns deles podem afetar, positiva ou negativamente, o Brasil. Caso a economia deteriore, seremos mais devido à irresponsabilidade fiscal dos dois últimos anos. Apertem os cintos para conhecer os riscos e oportunidades, seguindo a numeração do Eurasia Group.</p>
<p>AMEAÇAS</p>
<p>RISCO #4 TRUMPONOMISCS  e RISCO #7 EMPOBRECIMENTO MUNDO</p>
<p>É a maior vulnerabilidade do Brasil. Eventual aumento dos juros americanos vai impactar mais os juros e inflação altos, piorando o déficit fiscal de 8%. Isto levaria a uma desvalorização do real, aumentando a inflação.</p>
<p>Para equilibrar a situação, seria necessário um superavit de 2,4% do PIB, que não é provável neste governo. Não deverá ocorrer uma grande recessão, mas este cenário negativo afetará as eleições de 2026, aumentando as chances de um candidato pró-mercado.</p>
<p>RISCO #3 COLAPSO CHINA</p>
<p>Sanções dos EUA contra a China aumentarão a capacidade ociosa das empresas chinesas, que inundarão o Brasil, com produtos baratos.</p>
<p>RISCO #2 REGRA DE DONALD TRUMP</p>
<p>Com o Brasil na presidência dos BRICS, movimentos para tentar substituir o dólar como moeda de reserva mundial poderão provocar retaliações contra o Brasil. Mais ações do STF contra a rede X (antiga Twitter) de Elon Musk, um dos homens fortes da gestão Trump, podem levar a mais retaliações, porque o Brasil não tem canal de comunicação de alto nível com os EUA.</p>
<p>OPORTUNIDADES</p>
<p>#9 PAÍSES INGOVERNÁVEIS #5 RÚSSIA SEGUE COMO PÁRIA #IRÃ NAS CORDAS</p>
<p>Aumenta cacife do Brasil na busca de segurança energética e alimentar.</p>
<p>#10 INCERTEZAS MÉXICO</p>
<p>O declínio institucional do México, somado a problemas de relacionamento com os EUA, podem levar investimentos ao Brasil.</p>
<p>Isto tudo, contudo, poderá deteriorar drasticamente com uma piora da situação econômica, que provocará aumento dos juros, que afetará o cenário eleitoral de 2026.</p>
<p>Será que mais uma vez não perderemos uma oportunidade de perder uma oportunidade?</p>
<p>Fonte: Eurasia Group – “Top Risks 2025”; “Implications for Brazil”.</p>
<p>#ismarbecker #economia #inflação #exportaçoes #juros #EUA #Dólar</p>
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		<title>FIM DA CRISE – COMEÇO DA EMERGÊNCIA ECONÔMICA</title>
		<link>https://ismarbecker.com.br/fim-da-crise-comeco-da-emergencia-economica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin Ismar Becker]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Dec 2024 11:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Dólar, juros e inflação subindo. Bolsa caindo. Estamos em uma crise de confiança do mercado ou de fundamentos da economia? Quer conhecer duas narrativas para uma inflação crescente, que pode sair do controle? “O REPASSE do câmbio para os PREÇOS aumenta quando a DEMANDA está mais forte, as expectativas estão DESANCORADAS ou o movimento cambial [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dólar, juros e inflação subindo. Bolsa caindo. Estamos em uma crise de confiança do mercado ou de fundamentos da economia?</p>
<p>Quer conhecer duas narrativas para uma inflação crescente, que pode sair do controle?</p>
<ol>
<li>“O REPASSE do câmbio para os PREÇOS aumenta quando a DEMANDA está mais forte, as expectativas estão DESANCORADAS ou o movimento cambial é considerado mais PERSISTENTE”.</li>
<li>“Bom dia, Ismar: como o Dólar está fora de controle, informo que aumentamos nossos preços em 10% a partir de hoje. Não poderemos aceitar pedidos acima da média de compras dos últimos meses, para evitar compras especulativas.</li>
</ol>
<p>A primeira narrativa é uma afirmação do último comunicado do COPOM. A segunda é de um fornecedor de um dos nossos principais insumos. Este (des) governo está colhendo o que plantou no final de 2022, antes de assumir.</p>
<p>Vamos aos números.</p>
<p>DÍVIDA BRUTA GOVERNO GERAL (DBGG)</p>
<p>Fim 2022 &#8211; 7,9 trilhões de reais – 71,7% PIB</p>
<p>Outubro 2024 &#8211; 9 trilhões de reais &#8211; 78,6% PIB</p>
<p>A irresponsabilidade fiscal aumentou a parcela da dívida de cada brasileiro em <strong>R$ 5.174,00</strong> por habitante.</p>
<p>Como não tem nada tão ruim que não possa piorar, mantida a gastança descontrolada atual, a dívida deve aumentar para uns 80% do PIB em 2026. Isto sem contar o que será queimando para tentar a reeleição.</p>
<p>CONSEQUÊNCIAS IMEDIATAS</p>
<p>&#8211; Dólar: BC gasta reservas para conter a desvalorização do Real, mas sem sucesso.</p>
<p>&#8211; Dívida: credibilidade baixa afeta a rolagem da dívida; capacidade do Tesouro caiu de 7,9 para 6,9 meses. Títulos pós-fixados subiram de 39% para 47%; leilões sem interessados.</p>
<p>&#8211; Inflação: custos já estão sendo repassados, seguidos de aumentos preventivos. Início de um círculo vicioso similar ao pré-Real.</p>
<p>“O povo mais pobre, o povo mais humilde, quando tem um pouquinho de dinheiro, ele não compra dólar, ele compra comida. Ele compra coisas para a família”.</p>
<p>Esta frase do Demiurgo de Garanhuns, comprova a hipossuficiência cognitiva econômica dele. O povo mais pobre não compra dólar, mas a comida que compra é afetada pelo dólar. Um exemplo simples no caso do pão nosso de cada dia:</p>
<p>O Brasil importa 42% do trigo que consome. O trigo representa uns 30% do custo do pãozinho. Uma desvalorização de 25%, que tivemos em 2024, o aumento do pãozinho foi de 3,15%</p>
<p>Cenário econômico previsível:</p>
<ol>
<li>Desconfiança no mercado vai continuar ou até aumentar.</li>
<li>O real continuará acima de 6 reais, com tendência de desvalorizar ainda mais.</li>
<li>O BC já avisou que vai aumentar os juros para 14,5%.</li>
<li>A inflação vai furar o teto da meta (4,5%), obrigando o BC a manter os juros altos até 2026.</li>
<li>A popularidade cai, ameaça a reeleição, e deflagra uma gastança geral.</li>
</ol>
<p>Você acredita que ainda estamos em uma crise ou já passamos por uma emergência econômica?</p>
<p>Fonte: Comunicados do Copom &#8211; dezembro 2024.</p>
<p>#ismarbecker #economia #juros #dólar #impostos #recessao</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>FOGO DO CIRQUINHO EUROPEU</title>
		<link>https://ismarbecker.com.br/fogo-do-cirquinho-europeu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin Ismar Becker]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Dec 2024 11:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[As duas locomotivas da União Europeia, Alemanha e França, estão parando. O que significa para a Europa e para o mundo? As duas maiores economias da União Europeia representam 42,3% PIB. Como muitos dos 27 membros recebem mais do que contribuem, os dois são responsáveis por bem mais da metade da conta para pagar os burocratas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As duas locomotivas da União Europeia, Alemanha e França, estão parando. O que significa para a Europa e para o mundo?</p>
<p>As duas maiores economias da União Europeia representam 42,3% PIB. Como muitos dos 27 membros recebem mais do que contribuem, os dois são responsáveis por bem mais da metade da conta para pagar os burocratas de Bruxelas. Vamos ver as crises que os dois enfrentam.</p>
<p>França: não é só no Brasil que o mercado cobra do governo responsabilidade fiscal. Eles têm um déficit de quase 8% ao ano, bem acima do 3% aceitos por Bruxelas. A relação dívida x PIB já passou de 110% faz tempo.</p>
<p>O problema é que Bruxelas tem que sancionar os países que não respeitam as regras. Sancionar a Grécia é uma coisa, mas a França é outra. Quem vai botar o guizo no rabo do gato?</p>
<p>Alemanha: depois de quase quebrar em 2014, a Merkel tomou uma das únicas boas decisões em 16 anos. Implantou a “Schwarze Null” (Zero Preto), que proibiu a Alemanha de gastar mais do que arrecada. Foi como um Teto de Gastos que deu certo. O problema é que ela não contou com a puxada de tapete do amigo da onça do Putin, do custo de fechar as usinas atômicas e dos gastos com a guerra na Ucrânia.</p>
<p>Uma combinação de Wokismo ambiental, burocracia que faz a nosso parecer um startup, líderes do nível do Ituano ou do Brusque da segundona do Brasileirão, um povo envelhecendo, vivendo na zona de confortoe tsunami de imigrantes ilegais, criou uma massa crítica para partidos extremistas.</p>
<p>França: na última eleição, três partidos (Centro, Extrema Direita e Extrema Esquerda) tiveram 85,4%. Além das diferenças ideo (fisio) lógicas, os líderes dos três (Macron, Le Pen e Mélenchon) se odeiam.</p>
<p>Na semana passada, os dois extremos se uniram para derrubar o primeiro-ministro, que ficou três meses no cargo. Nem Deus sabe quem será o próximo.</p>
<p>Alemanha: a coligação Ampel (Semáforo), devido às cores dos três partidos, como era de esperar acabou. Sem ironias, como um país pode ir para frente se um partido quer parar (vermelho), outro quer liberar geral (verde) e um que ser responsável (amarelo do liberalismo)? Se fosse pouco, as grandes empresas estão mal das pernas (VW) ou saindo do país (Basf).</p>
<p>As pesquisas para as eleições antecipadas são unânimes: Nenhum partido terá a maioria sozinho. Não tem coligação possível entre os radicais (olha eles aí de novo), dos dois extremos. Quem vai governar?</p>
<p>Como não tem nada tão ruim que não possa piorar, veja as três bombas que estão prontas para explodir no colo dos europeus.</p>
<p>&#8211; Rússia/Putin com chances de ganhar a guerra na Ucrânia. Qual o próximo a ser invadido?</p>
<p>&#8211; China/XI reduzindo compras de carros alemães, vinho, cognac e bolsas LV da França.</p>
<p>&#8211; EUA/Trump impondo tarifas de importação de produtos europeus, além de mandar a conta de manter a OTAN, para conter Putin.</p>
<p>Com este cenário, você ainda acredita que deve sair do Brasil? Ainda quer imigrar para a Europa?</p>
<p>#ismarbecker #Europa #França #Crise #Eleições #geopolitica</p>
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